| Processo: | 12/15644-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Simone de Pádua Teixeira |
| Beneficiário: | Viviane Gonçalves Leite |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Moraceae Ontogenia Inflorescência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | flor | inflorescência | Moraceae | Morfologia | Ontogenia | unissexualidade | desenvolvimento floral |
Resumo Moraceae exibe uma grande diversidade na arquitetura da inflorescência e da flor, em termos de forma, grau de condensação e fusão, expressa nos sistemas sexuais e nas síndromes de polinização, embora seja considerada um grupo monofilético. Os tipos de inflorescência incluem racemo, espiga, cenanto (característico de Dorstenia) e sicônio (característico de Ficus), as quais são classificadas ainda em unissexuadas ou bissexuadas, solitárias ou em pares. Os sistemas sexuais compreendem a monoicia, ginodioicia, dioicia e androdioicia. A evolução de caracteres florais dentro Moraceae ocorreu em conjunto com mudanças na biologia da polinização, estabelecendo-se uma correlação de presença de um conjunto de brácteas involucrais (envolvem o receptáculo da inflorescência) e a mudança de polinização anemófila para entomófila. Estudos de desenvolvimento da inflorescência e da flor são escassos na família, com relatos de perda e supressão de um dos verticilos reprodutivos, resultando em flores unissexuais (diclinia). Interessante ressaltar os relatos de carpelo ascidiado e gineceu pseudomonômero, condições consideradas plesiomórficas em angiospermas. Considerando a diversidade na arquitetura da inflorescência e no sistema sexual em Moraceae, bem como as relações filogenéticas já bem estabelecidas para o grupo, o objetivo deste trabalho é estudar a morfologia da inflorescência e da flor em desenvolvimento em espécies de linhagens independentes de Moraceae, a fim de compreender quais vias ontogenéticas deram origem a esta diversidade. Espera-se que as vias ontogenéticas que resultem nos diferentes tipos de inflorescência e flores sejam homólogas, refletindo a história evolutiva do grupo. A metodologia inclui: (a) a coleta de inflorescências em vários estádios, de uma espécie por tribo, totalizando seis espécies, de pelo menos dois indivíduos por espécie no caso de espécies monoicas, e quatro no caso de espécies dioicas; (b) processamento das amostras para exame de superfície em microscopia eletrônica de varredura; e (c) processamento das amostras para exame histológico em microscopia fotônica. Os dados obtidos serão comparados qualitativamente dentro da família e aos grupos mais próximos. (AU) | |
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