| Processo: | 14/07453-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Simone de Pádua Teixeira |
| Beneficiário: | Simone de Pádua Teixeira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Finn Pierre Kjellberg ; Rodrigo Augusto Santinelo Pereira ; Vidal de Freitas Mansano |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/14718-6 - técnicas para estudo de desenvolvimento floral,
BP.TT 14/18993-9 - Técnicas para estudo de desenvolvimento floral, BP.TT |
| Assunto(s): | Anatomia vegetal Ontogenia Cannabaceae Urticaceae Ulmaceae Moraceae |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anatomia | Cannabaceae | Moraceae | Ontogenia | Ulmaceae | Urticaceae | Anatomia Vegetal |
Resumo
Esta proposta tem por objetivo comparar a morfologia da flor em desenvolvimento em espécies do clado urticoide, constituído por quatro famílias de Rosales: Ulmaceae, Cannabaceae, Urticaceae e Moraceae. A maioria das características compartilhadas por este grupo provém da flor, caracterizada por sua morfologia reduzida em relação a outras angiospermas: pequenas, pouco vistosas, díclinas (= unissexuais), aclamídeas ou monoclamídeas, androceu iso ou oligostêmone com estames arranjados em um verticilo, gineceu bicarpelar, pseudomonômero, às vezes transformado em pistilodio na flor estaminada ou atrofiado na flor pistilada, um único óvulo funcional inserido de formas diferentes, além de estigma com formas diversas. Os dados de desenvolvimento floral permitirão elucidar algumas questões interessantes e ainda enigmáticas para o grupo: (1) Há um padrão ontogenético que resulta na flor considerada reduzida? (2) Quais as vias de desenvolvimento (ausência do primórdio desde o início do desenvolvimento ou aborto no decorrer do desenvolvimento) que promovem a condição flor díclina (=unissexual) e monoclamídea ou aclamídea? Estas vias são similares nas espécies com diferentes expressões sexuais (monoicia, ginodioicia, dioicia, androdioicia, poligamia)? (3) As variações na meria do perianto, androceu e gineceu decorrem de ausência, subdivisão ou aborto de primórdios? (4) O perianto formado por verticilo único é constituído de sépalas ou pétalas? (5) A forma ascidiada do carpelo, relatada anteriormente em alguns gêneros de Moraceae, mas considerada condição basal nas angiospermas, pode ser confirmada nas espécies estudadas? Serão estudadas 17 espécies de 17 gêneros das quatro famílias. Botões florais de vários tamanhos e flores serão coletados de pelo menos dois indivíduos por espécie e processados para exames de superfície (microscopia eletrônica de varredura) e histológico (microscopia fotônica). Os principais produtos desta proposta estão relacionados à formação de pesquisadores dedicados ao estudo do desenvolvimento e à elucidação de questões morfológicas importantes na reprodução dos vegetais, bem como ao preenchimento de lacunas no conhecimento da Biologia do Desenvolvimento Vegetal, área pouco explorada no Brasil. (AU)
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