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Alterações histopatológicas do pâncreas de cães com leishmaniose visceral oriundos de Araçatuba - SP

Processo: 12/20462-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia
Pesquisador responsável:Daniela Bernadete Rozza
Beneficiário:Bárbara da Costa Osório
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Histopatologia   Ferimentos e lesões   Pâncreas   Patologia veterinária   Leishmania

Resumo

A Leishmaniose visceral canina (LVC) é uma doença sistêmica, causada pela Leishmania chagasi no continente americano. Habitualmente a leishmaniose visceral em animais é observada como moléstia debilitante e crônica com períodos de febre, perda de peso gradual, anemia, aumento dos linfonodos, fígado e baço. Os animais acometidos podem ainda apresentar alterações dermatológicas, renais, hepáticas, onicogrifose, pneumonia intersticial, miocardite, distúrbios locomotores, diáteses hemorrágicas e alterações oculares. Em um relato de leishmaniose visceral humana (LVH) associada ao vírus da imunodeficiência humana (HIV) há descrição de alterações na estrutura do pâncreas, como atrofia pancreática severa, diminuição dos grânulos de zimogênio, anormalidades nucleares discretas e presença de formas amastigotas de Leishmania em macrófagos intersticiais. Em cães com leishmaniose visceral os relatos existentes associam a Leishmania (L. infantum) e o antimoniato de N-metilglucamina (Glucantime®) como causas de pancreatite. Entretanto, não há trabalhos que descrevam as possíveis alterações histopatológicas no pâncreas de animais infectados. Este estudo tem como objetivo a observação das alterações histopatológicas do pâncreas de cães com leishmaniose visceral, oriundos do município de Araçatuba - SP.

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