| Processo: | 12/24499-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Carlos Ugrinowitsch |
| Beneficiário: | Felipe Romano Damas Nogueira |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/19594-0 - O papel do dano muscular na modulação da síntese protéica muscular, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Sistema musculoesquelético Treinamento de força |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células Satélites | Músculo esquelético | Síntese Protéica | treinamento de força | Fisiologia do Exercício |
Resumo Ainda não está bem estabelecido se o dano muscular possui papel importante no processo hipertrófico crônico em resposta ao treinamento de força em humanos, uma vez que a magnitude de dano muscular é significantemente atenuada no decorrer das sessões desse treinamento. Portanto, o objetivo do presente estudo será verificar se a atenuação do dano muscular ao longo das sessões de treinamento reduz a taxa de síntese proteica miofibrilar e a ativação do mecanismo intracelular de síntese proteica e, consequentemente, a magnitude da resposta hipertrófica durante 12 semanas de treinamento de força em homens jovens. Para isso serão realizadas avaliações funcionais e biópsias musculares (imediatamente pré e após a primeira, quinta e última sessões de treino) que possibilitarão analisar as diferentes magnitudes de dano muscular e suas respectivas respostas hipertróficas associadas. A magnitude de dano será analisada pela quantificação de torque máximo, desarranjo de linha-Z sarcomeral e alteração na desmina intracelular, intensidade eco de ultrassom. A taxa de síntese proteica miofibrilar será quantificada através da ingestão via oral de água deuterada e biópsias musculares e a ativação dos mecanismos hipertróficos será avaliada por meio da ativação, proliferação e diferenciação de células satélites e incorporação de mionúcleos, e respostas da interleucina 15, do fator de crescimento do fibroblasto e do fator de crescimento induzido por estresse mecânico. O aumento da área de secção transversa muscular será avaliado tanto no músculo todo pela técnica de reconstrução de imagens do ultrassom quanto na fibra isolada por análise histoquímica. Nossa hipótese é que maiores magnitudes de dano muscular (que ocorrerão no início do período de treinamento) produzirão maior taxa de síntese proteica miofibrilar e ativação do mecanismo hipertrófico e que, no decorrer do treinamento, com a magnitude de dano será atenuada, as respostas hipertróficas também diminuirão gradualmente. (AU) | |
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