| Processo: | 17/04299-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Cleiton Augusto Libardi |
| Beneficiário: | Cleiton Augusto Libardi |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Pesquisadores associados: | Carlos Ugrinowitsch ; Felipe Romano Damas Nogueira ; Vitor Angleri |
| Assunto(s): | Treinamento de força Hipertrofia muscular Expressão gênica Ultrassonografia Reação em cadeia da polimerase em tempo real |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Hipertrofia Muscular | massa muscular | treinamento de força | Treinamento de Força |
Resumo
O treinamento de força (TF) é amplamente recomendado para prevenir ou atenuar a obesidade, diabetes tipo 2 e outras comorbidades, evitando a morte prematura. No entanto, vários aspectos envolvidos no TF e os mecanismos que são afetados com cada sessão de TF durante várias semanas não são bem compreendidos, o que impede uma prescrição de TF que possibilite fornecer um estímulo para promover ganhos contínuos, otimizados e maximizados de massa muscular (i.e., hipertrofia muscular). Nosso grupo tem investigado com êxito (financiamento FAPESP processo: 2013/21218-4) alguns dos mecanismos envolvidos na hipertrofia induzida por TF, tais como a relação entre a síntese integrada de proteínas miofibrilares (SPM) após sessão de TF, o dano e hipertrofia muscular em diferentes fases do TF. Na presente proposta, buscamos progredir e continuar a compreensão dos mecanismos envolvidos no TF visando uma prescrição que forneça os melhores estímulos para a promoção da saúde e melhorar o desempenho. Nesse sentido, um dos aspectos mais importantes do TF que está longe de ser compreendido, é como fornecer um estímulo adequado do TF para maximizar a hipertrofia muscular induzida por TF individualmente, uma vez que a variabilidade biológica humana de resposta ao TF é ampla. Portanto, uma importante pergunta ainda sem resposta é: é importante manipular variáveis do TF (e.g., intensidade, número de séries, repetições, tipo de contração, pausa entre séries) quando este é realizado até a falha muscular; ou a falha é realmente suficiente para maximizar os ganhos independentes de outras modulações do TF e a capacidade individual de se adaptar é a chave para compreender a variabilidade na hipertrofia muscular? Isso permitiria inferir se a magnitude do ganho de massa muscular é dependente do tipo estímulo do TF ou esse ganho está relacionado a capacidade biológica do indivíduo, independente do tipo de estímulo do TF quando este é realizado até a falha muscular. Portanto, propomos 10 semanas de TF unilateral (2*semana-1) realizado por indivíduos treinados para analisar a responsividade individual biológica frente à diferentes paradigmas de TF até a falha muscular em duas condições: 1) TF realizado de forma constante (TF-CON) - perna 1 (n=20); 2) TF com variação da carga (kg), séries, repetições, tipo de contração e intervalo de descanso (TF-VAR) - perna 2 (n=20). O TF-CON servirá como um controle interno, pois baseia-se na capacidade individual de progredir o TF até a falha muscular. Este será comparado intra-indivíduo com a perna TF-VAR, que executará o TF de forma variada. Analisaremos por meio de biópsias musculares a taxa de SPM (por meio do método de ingestão de água deuterada), ASTf e quantidade de células satélite (análises histoquímicas) e expressão de genes chave (por PCR em tempo real) relacionados com a hipertrofia muscular, além de avaliar a área muscular total por ultrassonografia. (AU)
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