| Processo: | 12/17379-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Kênia Cardoso Bícego |
| Beneficiário: | Lucas Aparecido Zena |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Rhinella schneideri Barorreflexo Desidratação Sistema renina-angiotensina Temperatura ambiente |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Rhinella schneideri | Sapo Cururu | Temperatura | Ventilação pulmonar | Fisiologia Cardiovascular Comparada |
Resumo Vários estressores de origem antrópica e ambiental podem influenciar o ciclo de vida dos anfíbios. Flutuações na temperatura podem causar alterações substanciais nas variáveis cardiorrespiratórias destes animais, refletindo efeitos sobre a resistência vascular periférica, a atividade contrátil cardíaca, a frequência intrínseca do nódulo sinoatrial, bem como a ventilação. Respostas barorreflexas já foram observadas em algumas espécies de vertebrados e pouco se conhece sobre a influência térmica na resposta barorreflexa de anfíbios. Interações existentes entre os sistemas cardiovascular e respiratório funcionam de maneira a disponibilizar adequado aporte de oxigênio às demandas metabólicas em ectotérmicos e, assim, um aumento no consumo de oxigênio pode ser alcançado quando os animais são submetidos a altas temperaturas ambientes. Estudos prévios têm sugerido a participação da ventilação pulmonar na regulação barorreflexa de mamíferos, bem como anfíbios. Entretanto, nenhum estudo relatou a possível relação entre a pressão arterial (PA) e a ventilação frente a diferentes demandas metabólicas impostas pela temperatura. De acordo com nossos dados anteriores, um aumento na sensibilidade barorreflexa, bem como uma resposta reflexa predominantemente à hipotensão foi observada com o aumento da temperatura (de 15 a 30°C) no sapo Rhinella schneideri. Estes resultados indicam que esses sapos apresentam dependência da temperatura para as respostas barostáticas do ramo cardíaco e que o barorreflexo cardíaco é primariamente responsivo à hipotensão do que à hipertensão, similar ao que ocorre em crocodilos e mamíferos. Desta forma, o barorreflexo cardíaco e a ventilação serão determinados pelo aumento e pela diminuição da PA induzidos pela fenilefrina e o nitroprussiato de sódio, respectivamente. Serão determinadas as variáveis derivadas da curva sigmoide das respostas barorreflexas da FC, bem como a influência do sistema respiratório (frequência respiratória, volume corrente e consequentemente da ventilação). Os animais serão submetidos à hiperóxia para se determinar o possível papel dos quimiorreceptores periféricos nessas respostas. (AU) | |
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