| Processo: | 12/24667-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Leonilda Maria Barbosa dos Santos |
| Beneficiário: | Daniela Franchi Pereira da Silva Camilo |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Células reguladoras |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células reguladoras | diabetes tipo 1 A | remissão imunológica | endocrinologia, autoimunidade, imunologia celular |
Resumo O diabetes tipo 1, autoimune (DM1A), é das doenças crônicas mais comuns da infância e da adolescência, tendo grave prognóstico se inadequadamente tratado. Há heterogeneidade em sua expressão clínica, dependendo da extensão da destruição das células ß pancreáticas por linfócitos T autorreativos. A presença de auto-anticorpos e do genótipo de predisposição (alelos HLA de classe II) permitem o diagnóstico etiológico da doença. Um processo autoimune tipo surto-remissão foi proposto, englobando a interferência de infecções virais na perda de células ß, de forma progressiva, mas não linear. A fase de remissão espontânea, "lua de mel", detectada clinicamente em torno de 50% das crianças com DM1A, é momento oportuno para estudo de eventos imunológicos. Focando a imunossupressão fisiológica, extensivamente estudada em modelos experimentais, diferentes populações de células dendríticas influenciariam o início da autoimunidade, pela expansão de linfócitos T reguladores via estímulo por IL-10, TGFß, indoleamine 2,3-dioxigenase (IDO). In vitro, IDO induz a expressão de HLA-G, molécula HLA de classe I não clássica, em células dendríticas humanas, e ambas moléculas cooperariam para a imunossupressão. Há, entretanto, poucas ferramentas para identificar as células que mediam a doença em humanos. O objetivo do estudo é identificar, em sangue periférico dos pacientes com DM1A, a expressão de HLA-G, IDO, assim como de outros marcadores de células T ativadas, B e dendríticas. Uma avaliação individual em diferentes fases da doença será incluída, quando possível: momento do diagnóstico, fase de remissão e evolução posterior. Os dados serão associados com os marcadores humorais. | |
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