| Processo: | 13/13820-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Isabel de Camargo Neves Sacco |
| Beneficiário: | Licia Pazzoto Cacciari |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/19679-9 - Pelvic floor morphological changes after physiotherapy treatments for urinary incontinence as measured by transperienal Ultrasound, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Assoalho pélvico Desenvolvimento muscular Incontinência fecal Incontinência urinária |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Assoalho pélvico | Distribuição de cargas | força | mulheres | Pressão | Treinamento | Biomecânica |
Resumo O assoalho pélvico é um conjunto de músculos, ligamentos e fáscias, localizado na região da pelve ainda pouco estudado do ponto de vista da biomecânica. Sua função é sustentar os órgãos pélvicos e garantir a continência urinária e fecal. Embora 45% das mulheres não sejam capazes de contrair o assoalho pélvico voluntariamente, a força e a capacidade de sustentação da contração dessa musculatura estão relacionadas à severidade da incontinência urinária e à satisfação sexual. O fator de risco mais bem estabelecido para disfunção e enfraquecimento da musculatura do assoalho pélvico é o parto vaginal. Os objetivos deste estudo são: (1) investigar se a prática de preparo perineal pré-natal diminui a fraqueza perineal, e (2) investigar os efeitos da prática do pompoarismo na força, resistência e coordenação dessa musculatura. A distribuição espaço-temporal e multivetorial de cargas do assoalho pélvico será obtida por meio de um probe instrumentado por sensores capacitivos (Pliance System- Novel, Monique, Alemanha) e de um dinamômetro instrumentado por célula de carga; (EMG-system do Brasil 020653/ 2013 - São José dos Campos, SP/Brasil). Para responder ao primeiro objetivo, 20 mulheres primíparas que passaram pelo parto vaginal com e sem a preparação perineal serão avaliadas quanto à distribuição multivetorial de cargas. Para responder ao segundo objetivo, 20 mulheres nulíparas praticantes e não praticantes de pomporismo serão avaliadas pelo mesmo protocolo do primeiro objetivo. Após a palpação vaginal, a distribuição espaço-temporal da força da musculatura do assoalho pélvico será avaliada durante 3 contrações voluntárias máximas e uma contração sustentada. As medidas obtidas entre os diferentes grupos independentes de mulheres em cada objetivo serão comparadas por meio de análises de variância (ANOVA), seguidas de testes post hoc de Newman-Keuls. Será adotado p= 0,05 para diferenças significativas. (AU) | |
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