| Processo: | 13/11702-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 05 de agosto de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 04 de junho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Anelyssa Cysne Frota D'Abreu |
| Beneficiário: | Anelyssa Cysne Frota D'Abreu |
| Pesquisador Anfitrião: | Nutan Sharma |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Harvard University, Boston, Estados Unidos |
| Vinculado ao auxílio: | 10/11085-9 - Estudo clínico, genético e de neuroimagem das distonias na população brasileira, AP.JP |
| Assunto(s): | Neurologia Distonia Pacientes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dystonia | Dyt1 | Dyt5 | Dyt6 | Neurologia |
Resumo As distonias são um distúrbio hipercinético caracterizado por contrações repetitivas, involuntárias de músculos agonistas e antagonistas, produzindo posturas ou movimentos torsionais, estereotipados. As distonias torcionais primárias (PTD) são caracterizadas pela distonia não acompanhada de outros sintomas e sinais neurológicos (com exceção do tremor). Nas PTDs de início precoce, diversas mutações com vários padrões de herança foram descritas, sendo a DYT1 e a DYT6 as mais frequentes. As PTDs de início tardio, já não apresentam um componente genético tão claro, mas pelo menos 25% dos pacientes tem história familiar positiva. Até o momento, já avaliamos quase 100 pacientes com PTDs em nosso centro, sendo que em 80 pacientes a pesquisa para ambas as mutações (DYT1 e DYT6) foi negativa. Desde a concepção do atual Projeto para o Auxílio Jovem Pesquisador, mencionamos o desenvolvimento de um projeto cooperativo entre o nosso centro e o Núcleo Clínico de Distonias, localizado no Massachussets General Hospital (MGH), sob a supervisão da Dra Nutan Sharma. Nesse primeiro momento, nossos objetivos são a comparação entre as características clínicas entre uma amostra brasileira e uma amostra norte-americana com distonia primária, negativos para DYT1 e DYT6. Secundariamente, gostaríamos de identificar subgrupos clínicos de pacientes para o desenvolvimento de um painel customizado para a realização de testes genéticos diagnósticos para pacientes brasileiros com distonia, de acordo com a identificação das mutações mais prevalentes nessa população. Por último, gostaríamos de caracterizar clinicamente os pacientes com PTD de início precoce em ambas as populações, negativos para DYT1 e DYT6, quando comparados aos pacientes positivos para uma destas mutações. (AU) | |
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