| Processo: | 13/23825-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História |
| Pesquisador responsável: | Marina de Mello e Souza |
| Beneficiário: | Mariana Bracks Fonseca |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Mitos Cultura afro-brasileira Angola |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Angola | Capoeira Angola | cultura afro-brasileira | Ginga | Mitos | Nzinga Mbandi | História de Angola |
Resumo Este projeto pretende compreender a circulação da memória de Nzinga Mbandi e as diferentes representações da rainha guerreira feitas no Brasil e em Angola desde o século XVII até o presente. Após a morte de Nzinga Mbandi, configurou-se a etnia Jinga na região de Matamba, criando-se uma nova identidade étnica a partir de sua trajetória histórica. Desde a década de 1960, Nzinga Mbandi é exaltada como heroína nacional em Angola e principal líder da resistência contra o colonialismo e atualmente o governo angolano tenta consagrá-la como patrimônio da humanidade junto a UNESCO. No Brasil, seu nome é evocado por diversos movimentos na construção da identidade negra e aparece em várias manifestações culturais de matriz africana, como a Capoeira, Congado e Candomblé Angola. Pretendo compreender os processos de resignificação e mitificação da personagem histórica Nzinga Mbandi no Brasil e em Angola, com especial atenção ao papel da cultura popular angolana e afro-brasileira na preservação da memória das lutas dos africanos nos dois lados do Oceano Atlântico. | |
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