| Processo: | 13/25506-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Sergio Atala Dib |
| Beneficiário: | Monica Andrade Lima Gabbay |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Peptídeo C Vitamina D Diabetes mellitus tipo 1 |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análogo do GLP-1 | Diabetes melito tipo 1 | Peptideo C | vitamina D | Endocrinologia |
Resumo O Diabetes tipo 1(DM1) é o resultado de um desequilíbrio imunológico que acarreta a destruição das células beta pancreáticas por linfócitos T reativos e suas citocinas. Apesar de não haver no momento, terapêuticas efetivas direcionadas a patogênese que previna a doença, muito tem se estudado sobre a prevenção terciária, isto é, no sentido de intervir no processo imunológico em evolução e preservar a função da massa de células beta diminuindo a severidade das manifestações clínicas e a progressão da doença. Recentemente foi demonstrado que muito pacientes que outrora se acreditava não apresentar reserva endógena de insulina utilizando de ensaio ultra sensível demonstram peptídeo C detectável. Este contingente de pacientes, até então excluídos desta terapêutica alternativa poderiam também se beneficiar de intervenções com objetivo de resgatar a função das células beta pancreática. Neste sentido, o nosso estudo visa inicialmente avaliar a prevalência de peptídeo C (por método ultra sensível) nos pacientes com história clínica de DM1 com menos de 5 anos e avaliar os efeitos da associação da vitamina D3 (favorecendo um perfil imunológico mais benigno) e/ou liraglutide (favorecendo a expansão das células beta e a resistência a apoptose) a terapia insulínica intensiva sobre a reserva de peptídeo C, sobre a resposta imunológica humoral e celular. Para isso serão avaliados inicialmente 200 pacientes com DM1 com faixa etária entre 10 e 30 anos que serão submetidos ao teste com refeição mista para avaliação do peptideo C basal e pós estimulo e destes serão selecionados 100 com peptídeo C positivo (subdivididos em 4 grupos com 25 pacientes cada: vitamina D apenas, liraglutide apenas, ambas medicações e sem intervenção) e 25 pacientes com peptideo C negativo. Serão avaliados no tempo 0, 3 meses e 6 meses o peptideo C, citocinas inflamatórias (IL-6, TNFa, IL-17), anti-inflamatórias (IL-4, IL-10 e TGF²) quimiocinas, células Treg (CD127, CD45, FoxP3) e anticorpos anti pancreáticos (GAD65, IA2, znT8). (AU) | |
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