| Processo: | 13/23279-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Daisy Maria Favero Salvadori |
| Beneficiário: | André Luiz Ventura Sávio |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/05556-5 - Análise funcional de 14 proteínas de ligação ao RNA em duas linhagens celulares de carcinoma urotelial, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Carcinoma Bexiga urinária Mutagênese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bexiga | Carcinoma | Pós-transcricionais | Proteínas de ligação ao RNA | Mutagenese |
Resumo O câncer caracteriza-se como um grave problema de saúde pública. Particularmente o câncer de bexiga, representa uma das neoplasias de maior custo para os sistemas de saúde, especialmente por conta do necessário acompanhamento clínico de rotina (citologia urinária e citoscopia) e da alta taxa de recorrência. No entanto, devido à complexidade dos sistemas biológicos, pouco é conhecido sobre os mecanismos moleculares responsáveis pelos carcinomas uroteliais. A literatura mostra que no câncer ha envolvimento de uma rede complexa de vias de regulação gênica que termina por afetar um número grande de processos celulares como apoptose, proliferação, invasão, crescimento, etc. Nesse contexto, merecem destaque as proteínas de ligação ao RNA (RPBs), os reguladores pós-transcricionais da expressão gênica, envolvidos no splicing, poliadenilação, estabilidade, degradação e transporte de RNAs e tradução. Para investigar o impacto das RPBs e dos eventos de processamento de RNAs no desenvolvimento dos diferentes graus do tumor de bexiga, o presente estudo propõe avaliar biópsias de 60 pacientes com câncer de bexiga (30 tumores de baixo grau e 30 tumores de alto grau). Dez biópsias de bexiga de pacientes com hiperplasia prostática serão utilizadas como controle. Espera-se que os resultados possam esclarecer novos mecanismos de tumorigeneses e fornecer informações relevantes para a identificação de biomarcadores de diagnótico precoce, prognóstico e tratamento dos carcinomas uroteliais. | |
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