| Processo: | 14/11380-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Carlos Henrique Camargo |
| Beneficiário: | Marta Regina Saes |
| Instituição Sede: | Instituto Adolfo Lutz (IAL). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Bacteriologia Genética molecular Anti-infecciosos Acinetobacter Resistência microbiana a medicamentos Reação em cadeia por polimerase (PCR) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acinetobacter | Antimicrobianos | Pcr | resistência microbiana | Bacteriologia |
Resumo As infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) constituem um importante problema de saúde pública com impacto nas taxas de morbidade, mortalidade e custos associados aos cuidados ao paciente. Uma das espécies principais espécies causadoras de IRAS é A. baumannii (ACB), um cocobacilo Gram-negativo não fermentador. Este patógeno apresenta extraordinária resiliência e diversificados mecanismos de resistência aos antimicrobianos, que os favorecem para persistência no ambiente hospitalar. Registra-se na literatura nacional e mundial um aumento expressivo nas taxas de Acinetobacter com resistência aos antimicrobianos, inclusive aos antimicrobianos carbapênemicos, uma das últimas classes antimicrobianas com atividade satisfatória para combate às infecções por este agente. Tal resistência é mediada principalmente por enzimas da classe D de Ambler, denominadas de oxacilinases, que, atualmente, apresentam-se com mais de 150 variantes, sendo as mais prevalentes as pertencentes aos grupos OXA-23, OXA-51, OXA-24/40, OXA-58 e OXA-143. Atualmente, nenhum teste fenotípico é capaz de detectar e discriminar a presença de oxacilinases em A. baumannii, o que demanda o uso de técnicas moleculares, como a reação da polimerase em cadeia (PCR). Esta técnica apresenta altas sensibilidade e especificidade e, por isso, é amplamente utilizada. Discriminar o tipo de oxacilinase responsável pelo fenótipo de resistência é uma ferramenta útil que pode contribuir ao entendimento da epidemiologia das cepas de A. baumannii circulantes. Assim, o objetivo deste projeto é avaliar a presença dos genes codificadores das oxacilinases dos grupos OXA-23, OXA-51, OXA-24/40, OXA-58 e OXA-143 em isolados clínicos de A. baumannii provenientes de diferentes instituições do estado de São Paulo. (AU) | |
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