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Efeito do exercício físico no estresse de retículo endoplasmático, inflamação e apoptose em células ² pancreáticas

Processo: 14/17105-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2015
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Boschiero
Beneficiário:Flavia Maria Moura de Paula
Supervisor no Exterior: Decio L. Eizirik
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa: Université Libre de Bruxelles (ULB), Bélgica  
Vinculado à bolsa:13/03365-0 - Efeito do exercício físico na produção e sinalização de óxido nítrico em ilhotas pancreáticas de camundongos treinados expostas à estreptozotocina e citocinas inflamatórias: cross talk entre músculo esquelético e pâncreas endócrino, BP.PD
Assunto(s):Ilhotas pancreáticas   Diabetes mellitus tipo 1   Exercício físico   Citocinas   Palmitatos

Resumo

O Diabetes Mellitus afeta mais de 380 milhões de indivíduos em todo o mundo. As duas principais formas são diabetes tipo 1 (DMT1), provocada por um ataque auto-imune contra as células ² pancreáticas, com perda de função e massa de células ², e diabetes tipo 2 (DMT2), geralmente associado com obesidade, resistência à insulina em tecidos periféricos e secreção de insulina deficiente pelas células ². O exercício físico é uma ferramenta importante para melhorar o controle glicêmico em pacientes com DMT1 e DMT2, no entanto, os mecanismos pelos quais o exercício contribui para restaurar a função e massa das células ², necessitam ser caracterizados. Dados obtidos durante o meu projeto de pós-doutorado (em andamento, UNICAMP) mostraram que o exercício previne a morte das células ² em modelo de DMT1. Assim, no presente projeto, pretende investigar os mecanismos moleculares envolvidos neste efeito benéfico do exercício nas células ², e determinar se este efeito de proteção também ocorre em modelos de DMT2. Foco será dado para a ativação da via de resposta à proteínas mal-dobradas (UPR) e de estresse de retículo endoplasmático, indução de insulite e apoptose. Para isso, linhagens de células ² de roedores MIN6 e INS-1E, células ² primárias de rato (obtidas através de cell sorting no citômetro FACS) e linhagem de células ² de humano EndoC-²H1, serão incubadas com citocinas inflamatórias e/ou palmitato ou estressores químicos de retículo endoplasmático, na presença ou ausência de soro de camundongos controles ou treinados. Após esse período, proteínas relacionadas com as vias de UPR-estresse de retículo (ATF6- BiP; PERK-ATF4-CHOP; IRE1-XBP1) e de apoptose intrínseca-mitocondrial (DP5, PUMA, Bim) serão avaliadas. Além disso, possíveis vias envolvidas na proteção contra a apoptose serão analisadas, como JunB-AKT. Adicionalmente, também será investigado o efeito do exercício na indução de sinais inflamatórios pelas células ², medindo a expressão e liberação de mediadores inflamatórios, como citocinas e quemoquinhas, por essas células, durante exposição às citocinas inflamatórias e/ou palmitato. Estudos sobre os mecanismos moleculares pelos quais o exercício inibe a insulite e a morte da célula ², possibilita a identificação de novas moléculas capazes de melhorar a função e sobrevivência das células ² no início do diabetes. (AU)

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