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Envolvimento da prolactina na prevenção da disfunção e morte de células beta pancreáticas induzida pelo estresse de retículo endoplasmático

Processo: 11/22852-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de maio de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Boschiero
Beneficiário:Tarlliza Romanna Nardelli
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):13/25835-8 - Identificação de novas proteínas que interagem com IRE-1alpha e seu papel no estresse de retículo e inflamação em células-beta pancreáticas, BE.EP.DD
Assunto(s):Fisiologia endócrina   Prolactina   Células secretoras de insulina   Morte celular   Estresse do retículo endoplasmático   Ácidos graxos   Citocinas   Diabetes mellitus

Resumo

As duas formas mais importantes de Diabetes são conhecidas como tipo 1 (DM1) e 2 (DM2). Essa doença afeta milhões de indivíduos no mundo, diminuindo sua expectativa e qualidade de vida. A redução funcional e aumento da apoptose da célula beta é uma característica chave tanto no DM1 como no DM2 e, em ambos casos, as terapias utilizadas hoje não são capazes de prevenir essa perda funcional da célula beta. Evidências crescentes têm demonstrado que a ativação do estresse de Retículo Endoplasmático (RE) na célula beta, em resposta a citocinas pró-inflamatórias (DM1) ou exposição crônica a ácidos graxos saturados (DM2), é decisiva para indução de disfunção e morte da célula beta. Resultados do nosso grupo mostraram que a prenhez melhora o manejo do Ca2+, aumenta a expressão do canal de Ca2+ voltagem depedente (CaV±1.2) e a secreção de insulina em ilhotas isoladas de ratas obesas por dieta de cafeteria. Um candidato para estas melhoras é o hormônio prolactina (PRL), já que este hormônio é um dos responsáveis por várias das alterações benéficas observadas em células beta pancreáticas durante a prenhez. Por outro lado, observamos que o tratamento de células beta com citocinas pró-inflamatórias inibe a expressão do receptor da PRL, o que está ligado à diminuição da capacidade de recuperação destas células após um ataque auto-imune. Sendo assim, o estudo proposto visa um melhor entendimento do efeito de PRL na regulação da homeostase do Ca2+ bem como no possível efeito preventivo que este hormônio pode exercer sobre o desenvolvimento do estresse do RE, particularmente nas células secretoras de insulina, durante a obesidade e/ou um ataque auto-imune. Apesar do conhecimento existente em relação à ação da PRL durante a prenhez, o descobrimento de um novo papel benéfico e protetor sobre as funções da célula beta assim como de preservação de sua viabilidade poderá abrir o caminho para a prevenção/tratamento tanto no DM1 como no DM2 através da modulação de vias de sinalização específicas da PRL. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
NARDELLI, Tarlliza Romanna. . 2015. Tese de Doutorado - Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Biologia.

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