| Processo: | 14/21360-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 21 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 20 de maio de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | João Carlos Setubal |
| Beneficiário: | Rodrigo Guarischi Mattos Amaral de Sousa |
| Supervisor: | Paul C. Boutros |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Ontario Institute for Cancer Research (OICR), Canadá |
| Vinculado à bolsa: | 12/15197-1 - Biologia de sistemas da formação de vasos sanguíneos: um estudo de transcriptoma, BP.DR |
| Assunto(s): | Angiogênese Biologia computacional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | angiogenese | assinatura gênica | bioinformática | Bioinformática |
Resumo A ramificação dos vasos sanguíneos existentes para formar novos vasos (angiogênese) é um processo fisiológico vital para qualquer vertebrado; mas esse processo vital também está envolvido na iniciação e progressão de doenças, incluindo cânceres, degeneração macular relacionadas à idade, retinopatias, entre outros. Nossa hipótese é de que, embora o processo macroscópico permaneça o mesmo, há diferenças moleculares entre a angiogênese fisiológica e patológica desencadeadas pelo microambiente da doença. Vamos investigar a existência de uma assinatura angiogênica patológica, explorando nossos resultados e conjuntos de dados disponíveis atualmente, bem como perfis angiogênicos públicos. Usaremos técnicas computacionais para definir uma assinatura angiogênica patológica, em seguida, avaliaremos seu poder prognóstico, bem como a sua capacidade de estratificar pacientes com relação a eventos-chave no desenvolvimento da doença (por exemplo, o desenvolvimento do tumor, invasividade e resistência à terapia). Vamos avaliar essas assinaturas usando grandes bases de dados clínicos de projetos como The Cancer Genome Atlas (TCGA) e International Cancer Genome Consortium (ICGC), que abrangem milhares de amostras de câncer de dezenas de tipos de tumor. Em particular, vamos focar no conjunto de dados pan-câncer ICGC, que é o maior conjunto de dados genômicos de câncer no mundo e que está sendo coordenado pelo Ontario Institute for Cancer Research (OICR). Se comprovarmos sua eficácia, esta assinatura pode ser incorporada à clinica argumentando para um tratamento baseado no perfil molecular da patologia e não apenas nas características físicas da doença, aumentando assim a sobrevivência do paciente. (AU) | |
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