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Viabilidade celular de fibroblastos humanos ex-vivos após tratamento com plasma atmosférico não térmico

Processo: 14/04418-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2014
Vigência (Término): 31 de julho de 2015
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Maria Beatriz Puzzi
Beneficiário:Maria Beatriz de Paula Leite Kraft
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Biotecnologia   Materiais biológicos   Sobrevivência celular   Fibroblastos   Transdutores para aplicações biomédicas   Raios ultravioleta

Resumo

O plasma atmosférico não térmico é um gás ionizado que fornece partículas eletricamente ativas e radiação ultravioleta. Desde o ano 2000 ele é aplicado em materiais biológicos vivos e ex-vivos com diversas finalidades uma vez que o material exposto pode receber diferentes compostos de acordo com o tipo de tratamento (direto ou indireto). No tratamento direto, átomos neutros, íons, elétrons e radiação Ultravioleta (UV) atingem o material tratado, pois a distância entre este e o plasma é muito pequena. Já no tratamento indireto, as espécies que entram em contato com o material exposto são espécies reativas de oxigênio e radiação UV. Nesse caso, a distância entra o material tratado e o plasma é maior e as partículas produzidas pelo plasma (átomos neutros, íons, elétrons) reagem com o microambiente que os circunda, formando espécies reativas de oxigênio. O plasma mostra resultados extremamente animadores em diversos ramos da medicina e da biologia e por isso é vastamente pesquisado em locais como Estados Unidos e Europa. Nesse contexto, é fundamental que o Brasil insira-se nesse assunto para melhorar as opções terapêuticas aqui presente e até mesmo descobrir novas aplicações biomédicas do plasma. Para tal é necessário avaliar as interações entre o plasma e células humanas a fim de analisar se há efeitos deletérios às células humanas. Deve-se, portanto, verificar a viabilidade celular após o tratamento com plasma atmosférico não térmico direto e indireto.