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Mecanismos de ajuste do relógio biológico por luz e temperatura: aspectos filogenéticos

Processo: 15/01763-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2015
Vigência (Término): 31 de outubro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada
Pesquisador responsável:Ana Maria de Lauro Castrucci
Beneficiário:Nathana Fernandes Mezzalira
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/50214-4 - Mecanismos de ajuste do relógio por luz e temperatura: aspectos filogenéticos, AP.TEM
Assunto(s):Luz   Vertebrados   Temperatura corporal

Resumo

Nosso grupo de pesquisa vem estudando a fisiologia de fotopigmentos e de genes de relógio em modelos celulares de diversas classes de vertebrados desde 2001. Neste período o grupo publicou diversas descobertas sobre o mecanismo de ação de luz e hormônios sobre a expressão do fotopigmento melanopsina e de genes de relógio em cada um dos modelos estudados. O presente projeto surge então, como a continuação da vertente adotada pelo laboratório, e visa ampliar o escopo de estudo das vias sensoriais envolvidas nos projetos passados a fim de elucidar a interação dos sistemas de detecção luminosa, detecção de temperatura e sistema circadiano. São objetivos deste projeto: (1) investigar luz e temperatura como agentes sincronizadores do relógio (expressão de genes de relógio por Lumicycle e/ou PCR tempo real) em linhagens de teleósteo, anfíbio, ave e mamífero; (2) identificar quais canais TRP são afetados por luz e temperatura (por nanostring e/ou PCR tempo real) em linhagens de teleósteo, anfíbio, ave e mamífero; (3) identificar os mecanismos dessa atividade, avaliando: a) efeito do bloqueio com antagonistas e/ou silenciamento por RNAi de canais TRP sobre a resposta de genes do relógio a variação de temperatura; b) efeito do silenciamento das melanopsinas por RNAi sobre a resposta de genes do relógio a variação de temperatura; (4) estabelecer, em modelos in vivo de homeotermos (Mus musculus), o papel dos canais TRP V1 usando antagonista i.p. e avaliando RNAm de genes de relógio em tecidos periféricos em animais em repouso e em exercício; (5) estabelecer, em modelos in vivo de ectotermos (Danio rerio), o papel dos canais TRP V1 avaliando RNAm de genes de relógio em tecidos periféricos de animais selvagens e nocautes submetidos a variação de temperatura. (AU)