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Mecanismos de termo-modulação de genes de relógio em tecidos periféricos de mamíferos: papel dos canais TRP

Processo: 14/16412-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2015
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada
Pesquisador responsável:Ana Maria de Lauro Castrucci
Beneficiário:Maria Nathália de Carvalho Magalhães Moraes Figueira Borges
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/50214-4 - Mecanismos de ajuste do relógio por luz e temperatura: aspectos filogenéticos, AP.TEM
Assunto(s):Temperatura corporal

Resumo

Ciclos diários de luz e temperatura são os dois mais importantes sinais de temporização ambiental para os seres vivos. Entretanto é importante enfatizar que alterações de temperatura no ambiente não alteram a temperatura corporal dos animais endotérmicos, uma vez que a variação de temperatura corporal está sob o controle do relógio central através da entrada de luz via retina. Como o núcleo supraquiasmático é arrastado por ciclos de claro e escuro, uma eferência proveniente deste ativa a área pré-óptica que é responsável pelo controle da temperatura corporal gerando uma resposta rítmica. Adicionalmente, trabalhos recentes têm demonstrado a interação de opsinas com canais TRP tanto em respostas fóticas, quanto em respostas a variação de temperatura. Baseado nestas informações, hipotetizamos que os relógios periféricos contidos nos tecidos são informados da temperatura via mecanismos que culminam na ativação de canais TRP, sendo esse sinal usado para sincronização do relógio. Para testar essa hipótese propomos investigar o efeito da temperatura sobre a expressão dos genes do relógio em melanócitos de camundongos que expressam rodopsina, linhagem Melan-A e posteriormente investigar a presença e de opsinas e diferentes canais TRP termossensíveis. A seguir, realizaremos experimentos de funcionalidade dos canais presentes neste modelo com o uso de antagonistas e inibição permanente por shRNA. Serão realizados também experimentos de funcionalidade in vivo, utilizando camundongos nocautes para canais TRP e avaliando os genes do relógio em diferentes tecidos periféricos em animais submetidos a diferentes regimes de luz e temperatura. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Estudo sobre relógio biológico pode apontar alvo para a terapia do câncer de pele