| Processo: | 15/06142-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Luis Lamberti Pinto da Silva |
| Beneficiário: | Natalia da Silva Barbosa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Virologia Orthobunyavirus Vírus Oropouche Febre de Oropouche Fatores celulares derivados do hospedeiro Liberação de vírus Replicação viral Interações vírus-célula |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Interação vírus-célula | Orthobunyavirus | Virologia Básica | Vírus Oropouche | Virologia |
Resumo O vírus Oropouche (OROV) é um arbovírus pertencente à família Bunyaviridae, gênero Orthobunyavirus e sorogrupo Simbu. O OROV é o agente etiológico da febre do Oropouche, a segunda arbovirose mais prevalente no país depois da dengue. Estima-se que cerca de meio milhão de pessoas foram infectadas pelo vírus nos últimos 48 anos no Brasil. Embora a maior parte dos casos relatados tenham ocorrido na região amazônica, o desmatamento e aquecimento global elevam o risco de redistribuição dos insetos vetores e consequente disseminação do vírus para o restante do Brasil. A infecção é de início abrupto, com sintomas semelhantes aos de outras doenças tropicais comuns, como febre, cefaleia e mialgia, podendo haver recidivas dias depois do fim dos sintomas iniciais. Pela infecção ser caracterizada por sintomas inespecíficos, o real impacto em número de casos de infecção por OROV deve ser maior que o registrado. Apesar da sua grande importância na saúde pública, pouco se conhece sobre o ciclo replicativo de OROV. Desta forma, o presente estudo tem por objetivo ampliar os conhecimentos sobre os mecanismos moleculares envolvidos na montagem, brotamento e externalização viral. Acredita-se que a maior parte dos Bunyavirus são montados no complexo de Golgi com a formação de fábricas virais que fusionam com a membrana plasmática liberando as partículas virais. Entretanto, a montagem em outros compartimentos do sistema de endomembranas foi relatada para algumas espécies. De fato, estudos recentes do nosso laboratório indicam que a montagem de OROV ocorra em um compartimento distinto do complexo de Golgi. Neste projeto nos propomos identificar este compartimento e compreender o mecanismo pelo qual as partículas virais são externalizadas. Especificamente, testaremos se exportação de proteínas a partir do TGN e a biogênese de corpos multivesiculares, a partir de endosomos primários, têm papel no ciclo replicativo de OROV. Adicionalmente, analisaremos a possível participação de proteínas Rab (Rab27a, Rab27b e Rab35), envolvidas na liberação de exossomos, desempenham papel na externalização de OROV. O melhor entendimento desses eventos, revelará aspectos importantes, ainda desconhecidos, envolvidos na montagem de OROV em células humanas e sua externalização. Desta forma, gerando informações significativas para melhor compreensão dos mecanismos da patogênese de OROV, podendo assim, contribuir para a elaboração de estratégias visando inibir a replicação viral. (AU) | |
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