| Processo: | 15/14522-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica |
| Pesquisador responsável: | Julia Pinheiro Chagas da Cunha |
| Beneficiário: | Jaqueline Neves Moreno |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/22619-7 - Alterações nucleares e na cromatina ao longo do ciclo celular e senescência de células de mamíferos, AP.JP |
| Assunto(s): | Fator 2 de crescimento de fibroblastos Expressão de proteínas Células tumorais Proteômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fgf-2 | FosB | junB | proteômica | Proteômica |
Resumo O fator de crescimento de fibroblastos - 2 (FGF2) atua como um agente mitogênico, porém em alguns contextos celulares, apresenta ações antiproliferativas, podendo ser um importante supressor tumoral. Nas células tumorais de camundongo (linhagem Y1), o FGF2 age inibindo a transição G0/G1a S e bloqueia irreversivelmente as células em G2/M. Análises proteômicas quantitativas realizadas pelo nosso grupo, identificaram diversas proteínas diferencialmente expressas após o tratamento destas células com FGF2. Dentre elas, identificamos os fatores de transcrição FosB e JunB, pertencentes as famílias FOS e JUN, respectivamente, que participam da resposta aos primeiros sinais de proliferação celular. Análises de western blotting, confirmaram que estas proteínas encontram-se diferencialmente expressas frente ao tratamento com FGF2 em comparação com células estimuladas apenas com soro fetal bovino. Desta forma, o objetivo central deste projeto é entender melhor o papel das proteínas fosB e junB frente ao estímulo com FGF2, analisando em maiores detalhes, I. o perfil de expressão de fosB e junB após o estímulo com FGF2, assim como proteínas direta (ou indiretamente) associada a sua ativação e II. identificando os parceiros de interação destas proteínas através de ensaios de co-imunoprecipitação. Acreditamos que estes resultados permitirão entender melhor os componentes moleculares responsáveis pelos efeitos antiproliferativos de FGF2. | |
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