| Processo: | 16/04909-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Benedito Sérgio Denadai |
| Beneficiário: | Leonardo Coelho Rabello de Lima |
| Supervisor: | Ken Nosaka |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Edith Cowan University, Joondalup (ECU), Austrália |
| Vinculado à bolsa: | 13/23585-4 - Relação entre economia de corrida e força muscular: Análise pelo modelo de dano muscular induzido pela corrida em declive, BP.DR |
| Assunto(s): | Fisiologia do exercício Contração isométrica Lesão muscular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Contrações isométricas | dano muscular | Economia de corrida | Fisiologia do Exercício |
Resumo O dano muscular induzido pela corrida em declive compromete a capacidade produção de força e a economia de corrida (EC). Um estudo recente demonstrou que a realização de 10 contrações isométricas máximas com o músculo em um estado alongado (CIM) alguns dias antes de uma sessão de exercícios danificadores nos flexores do cotovelo atenuou significantemente sintomas de dano muscular (dor muscular, perda de força) em indivíduos não treinados. Entretanto, não há estudos de nosso conhecimento que investigaram a proteção, conferida por CIM conta o dano muscular induzido pela corrida em declive. O presente estudo irá investigar se a realização de 10 CIM com os extensores do joelho dois dias antes de uma corrida em declive de 30 minutos (-15%) atenua a magnitude do dano muscular e as alterações na EC. Trinta voluntários homens serão randomicamente divididos em grupos experimental e controle. Os voluntários do grupo experimental realizarão 10 CIM (3s por contração, 45s entre contrações) com o joelho posicionado em 100° de flexão em um aparelho de leg press dois dias antes da corrida em declive, enquanto os voluntários do grupo controle permanecerão inativos durante esse período. Todos os voluntários correrão por 30 minutos a 70% da velocidade atingida durante o consumo máximo de oxigênio. Alterações em marcadores de dano muscular (pico de torque isocinético dos extensores do joelho, altura de salto com contra movimento, dor muscular, circunferência da porção medial da coxa, atividade sérica da enzima creatina quinase) e em parâmetros associados à EC (consumo de oxigênio, ventilação, concentração de lactato, percepção subjetiva de esforço, comprimento e frequência de passada) serão coletados antes, imediatamente após e 1-4 dias após a corrida em declive e comparados entre os grupos. (AU) | |
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