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Análise de melatonina em mulheres com infertilidade submetidas a programa de fertilização in vitro: estudo funcional nas células da granulosa

Processo: 16/11131-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 29 de setembro de 2016
Vigência (Término): 28 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:José Maria Soares Junior
Beneficiário:Carla Cristina Maganhin
Supervisor no Exterior: K.M. Jairam Menon
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Michigan, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:11/51581-8 - Análise de melatonina em mulheres com infertilidade submetidas a um programa de fertilização in vitro: estudo funcional nas células da granulosa, BP.PD
Assunto(s):Ginecologia   Infertilidade feminina   Mulheres   Melatonina   Angiogênese

Resumo

Melatonina é um hormônio relacionado ao ciclo claro-escuro que atua no sistema reprodutor, principalmente nas células teca-intersticiais (T-I) do ovário, que são produtoras de androgênio. A síntese deste esteroide é regulada principalmente pelo hormônio luteinizante (LH). Ao ligar-se a seu receptor, o LH estimula o aumento da produção do esteroide por meio da ativação da cascata de transdução de sinal dependente da adenosina de monofosfato (AMP) cíclico. Pode-se reduzir a produção mediante um regulador de melatonina. Porém, mecanismos intracelulares envolvidos não estão totalmente esclarecidos. Este estudo têm por propósito compreender os efeitos da melatonina sobre a esteroidogênese nas células T-I do ovário de ratas e sua importância na terapia hormonal da síndrome do ovário policístico (SOP). Cinquenta ratas Sprague-Dawley com 25 dias de idade sofrerão eutanásia por meio de asfixia com CO2. Seus ovários serão retirados em condições estéreis e imediatamente processados para isolar as células T-I. Estas serão isoladas, dispersadas e cultivadas de acordo com o protocolo estabelecido pelos Departamentos de Obstetrícia e Ginecologia e de Química Biológica da Faculdade de Medicina da Universidade de Michigan. As células T-I serão divididas em dois grupos experimentais: Grupo Experimental I: GI, animais de controle que receberão veículo (n=10); GII, animais de controle que receberão veículo com gonadotrofina coriônica humana (hCG), (50 ng / ml), (n=10); GIII, animais experimentais que receberão hCG e melatonina (concentração de 10 uM), (n=10); GIV, animais experimentais que receberão hCG e melatonina (concentração de 1,0 uM), (n=10); GV, animais experimentais que receberão hCG e melatonina (concentração de 0,1 uM), (n=10). Todas as células T-I serão tratadas por 72 horas com hCG e melatonina e, ao final do experimento, as células serão tripsinizadas para serem submetidas a análise de imunofluorescência do CYP17A1, análise da expressão gênica por reação quantitativa em cadeia da polimerase em tempo real (qRT-PCR) para avaliação da via enzimática do androgênio e a análise de proteína mediante a técnica de Western blot. Grupo Experimental II: GI, animais de controle que receberão veículo (n=10); GII, animais de controle que receberão veículo com gonadotrofina coriônica humana (hCG), (50 ng / ml), (n=10); GIII, animais experimentais que receberão hCG e melatonina (n=10); GIV, animais experimentais que receberão hCG e melatonina e 4-fenil-2-propiono-amidotetralina [4P-PDOT], (0,1 microM), (n=10); GV, animais experimentais que receberão hCG, melatonina e luzindole (0,1 microM) (n=10); GVI, animais experimentais que receberão hCG, melatonina e rapamicina (n=10). Todas as células T-I serão tratadas por 72 horas com hCG, melatonina, 4P-PDOT, luzindole e rapamicina e, ao final do experimento, as células serão tripsinizadas para serem submetidas a análise de imunofluorescência do CYP17A1, análise da expressão gênica por qRT-PCR para avaliação da via enzimática do androgênio e análise de proteína mediante a técnica de Western blot. (AU)

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