| Processo: | 16/03461-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Paulo Hilário Nascimento Saldiva |
| Beneficiário: | Lisie Tocci Justo Luvizutto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/21728-2 - Uso de modernas técnicas de autópsia na investigação de doenças humanas (MODAU), AP.TEM |
| Assunto(s): | Autopsia Autópsia minimamente invasiva Neoplasias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autopsia | Autopsia MInimamente Invasiva | Neoplasia maligna | Autópsia |
Resumo Ao longo de toda a história, desde os primeiros estudos anatômicos conhecidos na Idade Média até o uso de modernas técnicas moleculares para o estudo de processos fisiopatológicos, a autópsia mostrou ser um processo importante e fonte de muito material para o avanço do conhecimento científico. Apesar do surgimento de um amplo conjunto de técnicas de imagem vários estudos têm demonstrado que a autópsia continua a ser crucial para a avaliação integrada do processo de doença, a avaliação de novas patologias e controle de qualidade do serviço médico. Dado o amplo acesso a material biológico, ela permite também o desenvolvimento concomitante de diversos projetos de pesquisa. A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo procura fazer o melhor uso possível do grande potencial que representam suas 14 mil autópsias anuais. Embora pareça razoável que o aumento da capacidade, dos métodos de imagem pode garantir uma correlação mais confiável com a realidade, estas validações são, em geral, realizadas apenas no dia-a-dia do uso de equipamentos e não de forma estruturada levando em contas aspectos clínicos e patológicos de forma correlata. Uma alternativa é a realização destes estudos post-mortem, mas ainda em pequeno número, já que é difícil a obtenção de amostras rotineiramente. A presente proposta tem como objetivo utilizar exames de imagem e a autópsia para explorar o conceito de autópsia minimamente invasiva como uma alternativa para aumentar o número de autópsias e reforçar a sua importância não somente como método diagnóstico, mas também como forma de promover a geração de novos conhecimentos sobre a biologia tumoral. | |
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