| Processo: | 16/01099-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 29 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 28 de maio de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Helena Teixeira Godoy |
| Beneficiário: | Wellington da Silva Oliveira |
| Supervisor: | Cristina Nerin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Universidad de Zaragoza, Espanha |
| Vinculado à bolsa: | 14/14248-7 - Aditivos, aminas aromáticas, metais e nitrosaminas em mamadeiras: metodologias analíticas e estudo de migração, BP.DR |
| Assunto(s): | Análise de alimentos Silicone Mamadeiras |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Mamadeiras | migração | Silicone | Simulante | Análise de alimentos |
Resumo Mamadeiras podem conter substâncias adicionadas não intencionalmente (NIAS) como resultado dos processos de reação e de degradação ou da presença de impurezas nas matérias-primas utilizadas para a produção do utensílio. Materiais plásticos, como as mamadeiras, não são inertes e podem e transferir estes compostos para os alimentos. No entanto, há uma falta de dados acerca da migração de NIAS de mamadeiras de polipropileno, silicone e Tritan®. Em vista disso, é necessário avaliar se estes materiais são de fato seguros para o uso, uma vez que mais de 50% da população brasileira usa as mamadeiras na alimentação de crianças com idade entre 0 e 12 meses. Neste contexto, o objetivo deste estudo é avaliar a migração de NIAS de mamadeiras utilizando a cromatografia gasosa e liquida acoplada a espectrometria de massas de baixa e alta resolução. As mamadeiras serão submetidas a ensaios de migração utilizando etanol 50% como simulante de leite, no qual será determinado o potencial de migração de NIAS voláteis e não voláteis. Como as mamadeiras são materiais de uso repetido, os ensaios serão realizados 3 vezes no mesmo corpo de prova como recomenda Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Com as informações obtidas será possível dar suporte aos órgãos reguladores em relação ao uso de novo materiais, bem como na avaliação de risco para a saúde do consumidor. | |
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