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Análise comparativa dos efeitos de intervenções com e sem realidade virtual no desempenho motor e gasto energético de crianças com baixa proficiência motora

Processo: 16/20943-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de novembro de 2016
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Eloisa Tudella
Beneficiário:Liz Araújo Rohr
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/24291-0 - Análise comparativa dos efeitos de intervenções com e sem realidade virtual no desempenho motor e gasto energético de crianças com baixa proficiência motora, AP.R
Assunto(s):Crianças   Terapia de exposição à realidade virtual   Neuropediatria   Transtornos das habilidades motoras

Resumo

Introdução: A Realidade Virtual (RV) tem sido uma abordagem crescente em intervenções com crianças com baixa proficiência motora, como crianças com Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação (TDC). Contudo, ainda não existe protocolo padronizado para esse público, o que dificulta comparar tal abordagem com a reabilitação convencional. Objetivo: Comparar os efeitos de um treino com realidade virtual em relação aos efeitos de um treino tradicional no desempenho motor e no gasto energético de crianças de 7 a 10 anos com baixa proficiência motora. Métodos: Serão identificados escolares entre 7 e 10 anos com TDC, por meio dos relatos dos pais, com o Developmental Coordination Disorder Questionarre (DCDQ). Essas crianças serão avaliadas com a Movement Assessment Battery for Children - Second Edition (MABC-2), o Inventário de Estilos de Vida na Infância e Adolescência (EVIA) e medidas antropométricas. Aquelas com déficits motores severos farão parte de dois grupos experimentais, um com RV e outro com treino tradicional. As intervenções serão baseadas nos domínios do MABC-2: destreza manual, alvo e precisão e equilíbrio, sendo 2 jogos/atividades por domínio. Os protocolos serão aplicados 2 vezes por semana, durante 8 semanas, em no mínimo 10 e máximo 16 sessões de 60 minutos cada. O gasto energético será monitorado com acelerômetro e cardiofrequencimetro. As crianças serão reavaliadas com o MABC-2 e EVIA, e o DCDQ reaplicado com os pais. Resultados esperados: As crianças apresentarão melhorias após ambas as intervenções, mas a RV será mais efetiva na melhoria do desempenho motor das crianças.