| Processo: | 16/17200-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 02 de setembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Wilfried Klein |
| Beneficiário: | Tábata Elise Ferreira Cordeiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sistema respiratório Chelidae Cloaca de animal Respiração animal Phrynops geoffroanus Troca gasosa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bolsa cloacal | Chelidae | estruturas extrapulmonares | quelônios | Sistema Respiratório | Ventilação | Fisiologia respiratório de répteis |
Resumo Testudines realizam a respiração pulmonar intermitente, um processo conveniente por ser menos custoso energeticamente. A manutenção de um padrão de respiração intermitente se mostra vantajoso para os quelônios aquáticos, que reduzem o tempo de exposição na superfície para respirar e, consequentemente, reduzem o tempo de exposição aos predadores. Esse padrão de frequência respiratória, com intervalos de apneia mais longos, é típico de espécies de hábito de vida aquático e pode persistir mesmo no ambiente terrestre. Algumas espécies de quelônios aquáticos podem ainda realizar trocas gasosas por outros órgãos além dos pulmões. As trocas gasosas podem ocorrer através da pele dos membros e/ou da cloaca, do epitélio buco-faringeal e/ou pela bolsa cloacal. Phrynops geoffroanus apresenta valores de ventilação e consumo de oxigênio muito mais baixos quando comparados aos de outros quelônios já investigados. Dessa forma, esse trabalho tem por objetivo compreender os mecanismos de trocas gasosas no gênero Phrynops e da espécie Chelus fimbriata, testando a hipótese de que os animais pertencentes a essas espécies apresentam estruturas extrapulmonares capazes de absorver o oxigênio e liberar o dióxido de carbono no ambiente aquático. Além disso, o trabalho pretende discutir levantar a hipótese de que, se for documentada a presença de estruturas extrapulmonares de trocas gasosas para os dois gêneros, esse resultado possa significar um sinal filogenético morfofisiológico. (AU) | |
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