Busca avançada
Ano de início
Entree

Diversidade morfológica e de tamanho de Chelus extintos e vivos

Processo: 23/01348-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2023
Vigência (Término): 29 de outubro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Annie Schmaltz Hsiou
Beneficiário:Donato Jesus Martucci Neto
Supervisor: Gabriel de Souza Ferreira
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa: Eberhard Karls Universität Tübingen, Alemanha  
Vinculado à bolsa:21/13200-4 - Novos fósseis do gênero Chelus (Testudines, Chelidae) do Mioceno da Amazônia brasileira, Bacia do Acre, Brasil, BP.MS
Assunto(s):Paleontologia   Pleurodira   Testudines
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Bacia do Acre | Chelus colombianus | Morfologia | Paleontologia | Pleurodira | Testudines | Testudines

Resumo

Testudines é um clado composto por duas linhagens irmãs, Cryptodira e Pleurodira, com representantes vivos e fósseis, e que diferem principalmente pela forma como o pescoço é retraído no casco: verticalmente e lateralmente, respectivamente. Testudines fósseis são bastante comuns em todo o Cenozóico sul-americano, pois a maioria dos fósseis são representados por elementos da carapaça e plastrão, que são estruturas facilmente preservadas devido à morfologia da casca de composição resistente que dificulta sua desarticulação durante os processos tafonômicos. Atualmente, o gênero Chelus é formado por quatro espécies, sendo duas vivas, Chelus fimbriatus e Chelus orinocensis, e duas fósseis, Chelus colombianus e Chelus lewisi. Ainda assim, existem muitas discussões sobre as características morfológicas que definem essas quatro espécies, com alguns autores defendendo que as variações morfológicas são apenas diferenças intraespecíficas. O tamanho do corpo é uma característica de grande importância paleontológica na compreensão do paleoambiente e sua relação com as variações de tamanho encontradas nos fósseis. Às vezes é uma característica diagnóstica para diferentes espécies, como nos casos de gigantismo. Para este projeto BEPE, o requerente pretende realizar uma descrição detalhada das espécies de Chelus existentes e criar um atlas anatômico. Espera-se também analisar quais variações intraespecíficas ocorrem em espécies vivas a partir da análise qualitativa de espécimes depositados em coleções científicas. Além disso, esta pesquisa também estimará o tamanho do corpo de espécimes fósseis, aplicando modelos de regressão linear. Espera-se descrever o maior espécime já descrito para o gênero. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)