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Evolução da forma do crânio em tartarugas extintas e viventes

Processo: 19/02086-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Max Cardoso Langer
Beneficiário:Guilherme Hermanson Souza
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Paleontologia   Morfologia (anatomia)   Crânio   Tartarugas   Testudines   Tomografia computadorizada

Resumo

Estudos ecomorfológicos associam padrões morfológicos (e.g. tamanho corpóreo) a ecológicos (e.g. dieta), sendo vertebrados amplamente utilizados como modelos. Dentre eles, as tartarugas (Testudines) têm sido pouco investigadas nesse aspecto. Testudíneos ocupam uma ampla gama de ambientes, de totalmente aquáticos (marinhos e de água doce) a terrestres, permitindo-lhes acesso a diversas fontes de recursos. Igualmente, nota-se uma grande variedade fenotípica de formas cranianas entre os membros do grupo, supostamente associadas às diferentes pressões ambientais sofridas ao longo de sua história evolutiva. No intuito de testar possíveis correlações entre morfologia e ecologia, a morfometria geométrica apresenta-se como uma ferramenta importante que, quando analisada em um contexto filogenético, permite reconstruir os diferentes padrões evolutivos que moldaram a morfologia do crânio das tartarugas. O projeto se propõe a investigar a evolução da forma do crânio em Testudines utilizando modelos virtuais gerados por tomografia computadorizada e morfometria geométrica tridimensional. Com esse método, aspectos tridimensionais do crânio são analisados de forma associada, permitindo uma captura mais acurada da geometria dos espécimes. O objetivo do trabalho é avaliar se atributos ecológicos das tartarugas, como dieta e habitat, influenciam a forma de seu crânio. Adicionalmente, pretende-se realizar uma mais acurada reconstituição da ecologia dos táxons fósseis analisados, anteriormente inferida principalmente com base em dados bidimensionais (e.g. fotografias) e qualitativos. (AU)