| Processo: | 19/02086-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia |
| Pesquisador responsável: | Max Cardoso Langer |
| Beneficiário: | Guilherme Hermanson Souza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/21787-5 - Padrões ecomorfológicos da região palatal no crânio de tartarugas (Reptilia, Testudinata), BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Paleontologia Morfologia (anatomia) Crânio Tartarugas Testudines Tomografia computadorizada |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ecomorfologia | morfometria geométrica tridimensional | Tartarugas | Tomografia computadorizada | Paleontologia |
Resumo Estudos ecomorfológicos associam padrões morfológicos (e.g. tamanho corpóreo) a ecológicos (e.g. dieta), sendo vertebrados amplamente utilizados como modelos. Dentre eles, as tartarugas (Testudines) têm sido pouco investigadas nesse aspecto. Testudíneos ocupam uma ampla gama de ambientes, de totalmente aquáticos (marinhos e de água doce) a terrestres, permitindo-lhes acesso a diversas fontes de recursos. Igualmente, nota-se uma grande variedade fenotípica de formas cranianas entre os membros do grupo, supostamente associadas às diferentes pressões ambientais sofridas ao longo de sua história evolutiva. No intuito de testar possíveis correlações entre morfologia e ecologia, a morfometria geométrica apresenta-se como uma ferramenta importante que, quando analisada em um contexto filogenético, permite reconstruir os diferentes padrões evolutivos que moldaram a morfologia do crânio das tartarugas. O projeto se propõe a investigar a evolução da forma do crânio em Testudines utilizando modelos virtuais gerados por tomografia computadorizada e morfometria geométrica tridimensional. Com esse método, aspectos tridimensionais do crânio são analisados de forma associada, permitindo uma captura mais acurada da geometria dos espécimes. O objetivo do trabalho é avaliar se atributos ecológicos das tartarugas, como dieta e habitat, influenciam a forma de seu crânio. Adicionalmente, pretende-se realizar uma mais acurada reconstituição da ecologia dos táxons fósseis analisados, anteriormente inferida principalmente com base em dados bidimensionais (e.g. fotografias) e qualitativos. (AU) | |
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