| Processo: | 16/18204-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Pesquisador responsável: | Licia Natal Fernandes |
| Beneficiário: | Thaís de Moura Coletti |
| Instituição Sede: | Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Alphavirus Flavivirus Reação em cadeia por polimerase (PCR) Arbovirus Mosquitos Insetos vetores Parques Áreas verdes São Paulo (SP) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alphavirus | flavivírus | Mosquitos | parques | reação em cadeia da polimerase | Saúde Coletiva |
Resumo A cidade de São Paulo possui mais de onze milhões de habitantes e está inserida em uma área maior, altamente urbanizada, conhecida como a grande São Paulo, na qual os parques municipais representam importante parcela das áreas verdes e reúnem as condições necessárias para a transmissão de arbovírus: possuem vertebrados que podem atuar como hospedeiros reservatórios para tais vírus, espécies de mosquitos conhecidas como vetoras e o ser humano também frequenta estes locais para atividades esportivas e de lazer. Em estudos preliminares realizados em parques municipais de São Paulo, a vigilância de Flavivirus foi recomendada nestas áreas. Além disso, ainda não há informações sobre a circulação de Alphavirus nestas localidades e há diversos parques que não foram incluídos em estudos anteriores, como os Parques Burle Marx e Previdência. Assim, o objetivo do presente trabalho será identificar a presença de Flavivirus e Alphavirus em mosquitos (Diptera: Culicidae) previamente coletados nos Parques Burle Marx e Previdência. Em cada parque ocorreram coletas mensais pelo período de agosto/2012 a julho/2013. As armadilhas utilizadas foram: aspirador, Shannon e CDC-CO2. Os mosquitos foram transportados para o laboratório em gelo seco, identificados em mesa fria e agrupados em "pools" de até 10 fêmeas não ingurgitadas, segundo espécie, data e local de coleta. No total, foram coletados 2.142 mosquitos (314 "pools"), que se encontram armazenados em freezer -80°C e serão, no presente trabalho, submetidos à extração de ácidos nucleicos e transcrição reversa. Após isto, as amostras serão submetidas à detecção de Flavivirus a Alphavirus por meio de reação em cadeia da polimerase (PCR). As amostras positivas serão encaminhadas para sequenciamento e análises filogenéticas. Dessa forma, pretende-se contribuir com o conhecimento sobre existência, distribuição e frequência de Flavivirus e Alphavirus em mosquitos na cidade de São Paulo e levantar dados epidemiológicos que ajudem a prevenir a transmissão de arbovírus ao homem. (AU) | |
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