| Processo: | 16/23902-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 01 de junho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Mariana Gobbo Braz |
| Beneficiário: | Kátina Meneghetti de Souza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/18045-1 - Avaliação de estresse oxidativo, micronutrientes e homocisteína e suas associações com instabilidade genômica em anestesiologistas expostos ocupacionalmente aos resíduos de gases anestésicos, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Estresse oxidativo Telômero Anestesiologia Expressão gênica Inflamação Exposição ocupacional Anestésicos inalatórios |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anestésicos inalatórios | Estresse oxidativo | exposição ocupacional | expressão gênica | Inflamação | telômeros | Anestesiologia |
Resumo Em estudo anterior (Mestrado; Auxílio FAPESP 2013/05084-8), observamos que anestesiologistas atuantes em hospital universitário estão expostos a altas concentrações residuais dos anestésicos inalatórios mais utilizados atualmente (halogenados isoflurano, sevoflurano, desflurano, além de óxido nitroso) e apresentam instabilidade genética, citotoxicidade e alterações de proliferação celular, detectadas pelo teste do micronúcleo bucal. Portanto, considerando nossos resultados em relação aos efeitos deletérios da exposição ocupacional crônica aos resíduos de gases anestésicos, o presente estudo objetiva elucidar os possíveis mecanismos de toxicidade dos resíduos de gases anestésicos. Dessa forma, serão analisados diversos marcadores para avaliação do estresse oxidativo (danos oxidativos em ácidos nucleicos; peroxidação lipídica; capacidade antioxidante; metabólitos do óxido nítrico; vários antioxidantes individuais; além de homocisteína e folato), da resposta inflamatória (citocinas pró-inflamatórias - interleucinas IL-6, IL-8 e IL-17; proteína C reativa de alta sensibilidade e enzimas hepáticas), além da expressão de genes relacionados ao estresse oxidativo (hOGG1 e XRCC1) e inflamação (IL-6, IL-8 e IL-17), assim como o comprimento de telômeros, que serão determinados por biologia molecular (PCR quantitativo em tempo real). Os resultados serão comparados ao grupo controle (médicos sem exposição ocupacional), o qual será pareado por idade, sexo e estilo de vida. Ressalta-se a possibilidade de realização de estágio (Doutorado Sanduíche) na Jean Mayer USDA Human Nutrition Research Center on Aging, Tufts University (Boston, EUA), em colaboração com pesquisadores que têm ampla experiência na área de antioxidantes e estresse oxidativo. | |
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