| Processo: | 17/01427-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 05 de janeiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 04 de janeiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Bruno Gualano |
| Beneficiário: | Wagner Silva Dantas |
| Supervisor: | John Patrick Kirwan |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Cleveland Clinic Foundation, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 15/02835-8 - Efeitos do treinamento físico na resistência à insulina e oxidação lipídica no músculo esquelético em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica: um estudo clínico randomizado, BP.DR |
| Assunto(s): | Exercício físico Resistência à insulina Obesidade Fisiologia do exercício |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | exercício físico | obesidade | resistência a insulina | Fisiologia do Exercício |
Resumo Hoje em dia, a cirurgia bariátrica é considerada um dos principais tratamentos para a obesidade, uma vez que o tratamento medicamentoso associado com mudanças de estilo de vida é ineficaz para promover uma redução significativa do peso corporal. Reduzir o peso corporal (através de cirurgia bariátrica ou não) e o treinamento físico são importantes opções de tratamento para o manejo clínico da obesidade. A idéia de que o ambiente vascular pode ser um importante fator contribuinte à ação de resistência à insulina no músculo esquelético surgiu a partir de estudos com os índios obesos Pima, onde foi demonstrado que a resistência à insulina foi inversamente associada com a densidade capilar no músculo esquelético desta população. De fato, a redução da densidade capilar no músculo esquelético (conhecida como rarefação microvascular) em pacientes obesos está associada à diminuição da sensibilidade à ação da insulina no mesmo território e parece ser diretamente proporcional ao aumento da adiposidade.A discussão permanece sobre seus respectivos efeitos sobre a resistência à insulina e rarefação capilar sobre o músculo esquelético. No tópico de cirurgia bariátrica, estudos recentes mostraram uma discreta melhora na sensibilidade à insulina no músculo esquelético em pacientes obesos não diabéticos, apesar de uma pronunciada redução no peso corporal nesses pacientes.Até o momento, nenhum estudo avaliou a relação entre resistência à insulina e rarefação microvascular no músculo esquelético de pacientes obesos submetidos a cirurgia bariátrica. O exercício físico mostrou resultados encorajadores em relação ao aumento da capilarização no músculo esquelético em indivíduos eutróficos e pacientes com resistência à insulina. Entretanto, não há evidências sobre o papel do treinamento físico na melhora da resistência à insulina em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, bem como a relação com a rarefacção microvascular no músculo esquelético dessa população. Portanto, a compreensão das respostas fisiológicas, moleculares e clínicas ao treinamento físico em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica pode ser considerada de vital importância para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas (drogas ou exercícios) dedicadas ao tratamento da resistência à insulina presente nesta doença. (AU) | |
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