| Processo: | 17/00155-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacognosia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Alexandra Christine Helena Frankland Sawaya |
| Beneficiário: | Elisa Ribeiro Miranda Antunes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sazonalidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | espinheira santa | Maytenus aquifolium | Maytenus ilicifolia | sazonalidade | Uhplc-Ms | Sazonalidade de plantas medicinais |
Resumo As espécies, Maytenus ilicifolia e Maytenus aquifolium, popularmente conhecidas como "Espinheira Santa", são largamente utilizadas na medicina tradicional brasileira para tratar gastrites e dispepsias. Vários estudos comprovaram que tais espécies possuem atividade gastroprotetora e antiulcerogênica, cuja ação pode estar relacionada a suas propriedades antioxidantes. De acordo com alguns estudos, a elevada produção de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio ocasiona alterações celulares graves caracterizando um quadro de estresse oxidativo. Portanto, o comprometimento do sistema de defesa antioxidante, tem sido associado à patogênese da lesão da mucosa gástrica relacionada ao estresse. Porém, para obter um fitoterápico de alta qualidade e propor critérios de padronização é imprescindível conhecer a variabilidade química da espécie vegetal utilizada como matéria prima. Com relação às flutuações sazonais na composição química do gênero Maytenus, há apenas um estudo na literatura. O presente trabalho visa identificar possíveis variações sazonais da composição química dos extratos destas espécies e seus híbridos, com a finalidade de indicar as épocas mais favoráveis para a colheita das mesmas, visando obter fitoterápicos mais padronizados para o tratamento de distúrbios gástricos. Para isso, serão realizadas coletas de folhas de 5 indivíduos de M. ilifolia, de M. aquifolium e híbridos resultantes do cruzamento de ambas, mensalmente ao longo de um ano. Seus extratos serão analisados via cromatografia líquida de ultra-alta eficiência com espectrometria de massas (UHPLC-MS) além de serem submetidos a testes de atividade antioxidante por DPPH e ORAC. Por ultimo serão correlacionados os dados de composição e atividade para identificar aquelas cujos extratos apresentem maior atividade. (AU) | |
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