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Comparação de dois protocolos de exercício físico no mecanismo de ação da clusterina/ApoJ em camundongos magros e obesos

Processo: 16/14388-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Leandro Pereira de Moura
Beneficiário:Chadi Pellegrini Anaruma
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/07199-2 - Papel da clusterina/ApoJ na sinalização da insulina em resposta ao exercício físico em roedores e em humanos, AP.JP
Bolsa(s) vinculada(s):18/15461-7 - Definindo o papel do e-cigarro na patofisiologia cardíaca, BE.EP.DR
Assunto(s):Diabetes mellitus   Exercício físico   Resistência à insulina   Obesidade   Clusterina

Resumo

Título: Efeitos de diferentes protocolos de exercício físico no metabolismo da clusterina e sua interferência na sinalização da insulina em roedoresA clusterina ou apoliproteína J (ApoJ), através de seu receptor de membrana (LRP2) atua na sinalização da insulina potencializando seus efeitos em tecidos periféricos (músculo esquelético, fígado e adiposo) e também, no hipotálamo. Estes achados foram descritos a partir de dados fisiológicos, entretanto como dados pilotos já trouxemos toda a via de sinalização da insulina em animais nocautes da clusterina no fígado e observamos que quando há a deleção da clusterina no fígado ocorre redução da fosforilação das principais proteínas responsáveis pela transdução do sinal insulínico, acarretando no aumento da resistência à insulina no músculo esquelético (gastrocnêmio, sóleo e EDL (extensor digitório longo)). Portanto, a partir desses resultados podemos sugerir inicialmente o fígado como um importante órgão secretor da clusterina e posteriormente seu importante papel na sinalização da insulina (Vide dados piloto). No entanto, a expressão desta proteína em tecidos periféricos e seus mecanismos de ação não são totalmente conhecidos. Sabe-se que o exercício físico também é capaz de regular proteínas cruciais envolvidas na sinalização da insulina e promover melhoras metabólicas em animais e humanos diabéticos. Porém, seus efeitos na regulação da clusterina e consequentemente na homeostase da glicose não foram elucidados. Assim sendo, a presente proposta de pesquisa tem como objetivo inicialmente conhecer o metabolismo da clusterina ao longo do dia, avaliar o efeito nutricional do organismo na secreção de clusterina e também avaliar o ciclo cicardiano desta apoproteína (secreção ao longo de 24 hrs, com análises a cada 2 horas). Posteriormente, iremos avaliar sua função na sinalização da insulina no tecido muscular em animais magros e obesos submetidos a diferentes protocolos de exercício físico (moderado e intenso) e na tentativa de compreender sua mecanística faremos o silenciamento do LRP2 no tecido muscular esquelético (gastrocnêmio, sóleo e EDL) e tentar elucidar como ocorre esta comunicação da via da clusterina com a via da insulina.Palavras-chave: Obesidade, Diabetes, Resistência à Insulina, Clusterina, Apolipoproteína J, Exercício Físico Intenso, Exercício Físico Moderado.