| Processo: | 17/09428-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Rodrigo do Tocantins Calado de Saloma Rodrigues |
| Beneficiário: | Flávia Sacilotto Donaires Ramos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08135-2 - CTC - Centro de Terapia Celular, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Sequenciamento de nova geração Hematologia Hematopoese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | disfunção telomérica | hematopoese clonal | Mutações Somáticas | sequenciamento de nova geração | Hematologia |
Resumo As células-tronco hematopoéticas podem adquirir mutações que conferem vantagem replicativa, levando à expansão da célula alterada. Esse evento é chamado de hematopoese clonal. Mutações somáticas que levam à hematopoese clonal são raras nas primeiras quatro décadas de vida, mas aumentam em frequência com a idade, e são observadas principalmente em três genes: DNMT3A, TET2 e ASXL1. Esses genes também são frequentemente mutados em pacientes com síndrome mielodisplásica (SMD) e leucemia mieloide aguda (LMA). Assim, a hematopoese clonal pode ser um indicativo de pré-malignidade. Pacientes com disfunção telomérica e comprometimento hematopoético podem apresentar evolução clonal e progressão para SMD/LMA. Nesse contexto, nossa hipótese é de que eventos de hematopoese clonal são mais frequentes em pacientes com disfunção telomérica, quando comparados com a população sem essa disfunção. Dessa forma, propomos a investigação de mutações somáticas nas células do sangue periférico de pacientes com disfunção telomérica (mutações germinativas em genes da biologia dos telômeros e/ou telômeros criticamente curtos para a idade). Utilizaremos sequenciamento de nova geração para detectar mutações somáticas em um painel de 54 genes associados a neoplasias mieloides. Avaliaremos se parâmetros como gene da biologia dos telômeros mutados, comprimento telomérico e droga utilizada no tratamento dos pacientes podem ser fatores de risco associados à taxa de mutações somáticas. Os resultados obtidos poderão contribuir para o estabelecimento de estratégias de detecção de pré-malignidade em pacientes com disfunção telomérica. | |
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