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Proteção de citros com peptídeos antibacterianos e galatos

Processo: 17/07306-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Henrique Ferreira
Beneficiário:Guilherme Dilarri
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/50162-2 - Proteção das plantas com peptídeos antimicrobianos e galatos - Pro-Planta, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):18/23306-1 - Proteção de citros com peptídeos antibacterianos e galatos, BE.EP.DR
Assunto(s):Anti-infecciosos   Cancro (doença de planta)   Fitopatologia

Resumo

A citricultura é um dos principais setores agrícolas do Brasil, que é o maior exportador de suco de laranja concentrado citros do mundo. O estado de São Paulo é responsável por mais da metade de toda produção de citros brasileira, sendo esta atividade de enorme impacto para a sua economia. Apesar do sucesso da citricultura, muito ainda há que ser enfrentado para se melhorar os processos. Dentre estes citamos as diversas doenças e pragas que acometem os citros, problemas de irrigação e nutricionais. O cancro cítrico, causado pela bactéria Gram-negativa Xanthomonas citri ssp. citri (X. citri), representa uma das principais doenças para qual não existe cura e cuja erradicação de plantas contaminadas constitui a forma mais eficaz de controle. A partir de 2017, a legislação para o controle do cancro cítrico no estado de São Paulo abriu a possibilidade do uso da mitigação da doença, permitindo que se realize o manejo integrado como forma de controle. No manejo integrado faz-se necessário a aplicação constante de soluções cúpricas nos pomares para prevenir a disseminação de X. citri. Porém o cobre é um metal pesado altamente tóxico para o meio ambiente e para a saúde humana. Nosso grupo tem se dedicado à produção de compostos menos tóxicos que o cobre para inibir a bactéria X. citri. Dentre tais compostos há inibidores de divisão celular bacteriana potentes e que apresentam baixa toxicidade ao ser humano, animais e plantas. O grande desafio no momento seria imobilizar tais compostos nos tecidos das plantas para que as mesmas apresentassem maior resistência frente à infecção. Desta forma, o presente projeto visa desenvolver estratégias para a fixação dos compostos nas plantas hospedeiras de X. citri, compostos estes que foram desenvolvidos com apoio da FAPESP em auxílio regular vigente (FAPESP/NWO 2013/50367-8). A proposta atual para projeto de doutorado é parte integrante de projeto temático recém-aprovado pela FAPESP (FAPESP/BMBF 2015/50162-2) e que conta com a parceria de grupo Alemão especialista em engenharia de materiais. O aluno executor, Guilherme Dilarri, será responsável pela parte de testes biológicos das formulações que serão desenvolvidas contendo os compostos inibidores de X. citri para defesa dos citros. Dentre as estratégias que serão testadas citamos a construção de compostos bioativos ancorados em duas plataformas, uma peptídica e outra em microgel. Como resultados esperamos desenvolver alternativas à aplicação de cobre para o combate do cancro cítrico de forma mais eficiente.

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