| Processo: | 17/18579-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Luiz Felipe Domingues Passero |
| Beneficiário: | Beatriz Mendes Santos |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leishmaniose Doenças transmissíveis Etnofarmacologia Extratos vegetais Medicina popular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | conhecimento popular | etnofarmacologia | extratos vegetais | Leishmaniose | Protozoologia de Parasitos |
Resumo A Leishmaniose é uma doença infecciosa causada por protozoários parasitos, que são transmitidos durante o repasto sanguíneo de insetos vetores e podem ser classificadas clinicamente como Leishmaniose cutânea ou visceral. As formas cutâneas da leishmaniose podem ser causadas, pelo menos, por catorze espécies de Leishmania, que por sua vez, podem causar pelo menos quatro formas clínicas de leishmaniose cutânea: leishmaniose cutânea localizada, leishmaniose mucocutânea, leishmaniose disseminada e leishmaniose difusa anérgica. Apesar da diversidade de espécies de parasitos que causam a doença e suas diferentes formas clínicas, existem opções terapêuticas limitadas, sendo o antimonial pentavalente o principal fármaco utilizado durante o tratamento. Este medicamento é tóxico para os pacientes e é capaz de induzir cardiotoxicidade e nefrotoxicidade, além disso, há relatos constantemente publicados sobre parasitos resistentes, que de fato são uma séria preocupação com seu uso. Assim, é urgente a caracterização de novos protótipos de drogas direcionados para tratamento de leishmaniose. Existem várias estratégias para prospectar plantas com atividade de leishmaniose, como o conhecimento popular. Nesse sentido, nosso grupo realizou entrevistas com um grupo pertencente à terceira idade sobre seu conhecimento sobre plantas usadas para doenças de pele e as associadas à imunidade. Este grupo indicou plantas 15, e entre todas as indicações, 5 foram selecionados para serem estudados em nosso protocolo experimental. Estas plantas serão identificadas e usadas para produção dos extratos. Esses extratos serão testados contra as formas promastigota e amastigota de Leishmania (Leishmania) amazonensis. Além disso, a citotoxicidade dos extratos será testada em macrófagos J774. A atividade dos extratos será comparada com a atividade da anfotericina B ou miltefosina. (AU) | |
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