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Epilepsia e exercício físico em fêmeas e sua influência na prole: estudo em um modelo experimental

Processo: 17/25405-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 30 de março de 2018
Vigência (Término): 14 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Ricardo Mario Arida
Beneficiário:Glauber Menezes Lopim
Supervisor no Exterior: Augusto Coppi
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Surrey, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:16/08514-1 - Epilepsia e exercício físico no sexo feminino e sua influência na prole: estudo em modelo experimental, BP.DR
Assunto(s):Gravidez   Epilepsia   Exercício físico

Resumo

Fatores ambientais como o estresse pré-natal em animais podem induzir alterações no desenvolvimento do sistema nervoso e consequentemente aumentar a susceptibilidade a crises e o desenvolvimento da epilepsia em filhotes nos estágios iniciais e mais tardios da vida. O desenvolvimento cerebral no período pós-natal apresenta aumento na susceptibilidade a crises, dependendo da fase de desenvolvimento. Estudos experimentas recentes tem mostrado que o exercício físico durante o desenvolvimento fetal pode melhorar algumas funções cerebrais da prole após o nascimento. Por outro lado, estudos em roedores tem mostrado que o estresse pré-natal diminui o volume hippocampal e a neurogênese pós-natal. Tem sido observado redução no número de células granulares no giro dentato em diferentes períodos pós-natal, incluíndo a idade adulta. Estes efeitos deletérios não estão bem caracterizados em animais submetidos ao insulto cerebral no início da vida. Este achado é importante, pois aproximadamente 85% dessas células geralmente são formadas em idades pós-natal em roedores. Tendo em vista os efeitos benédicos do exercício físico regular no desenvolvimento cerebral durante a gravidez, não está claro se o exerício físico em ratas grávidas estressadas pode ter um efeito neuroprotetivo após insulto cerebral no filhote no início da vida. Dessa forma, neste projeto, o obetivo é 1- verificar se o exerício físico durante a gravidez pode alterar a susceptibilidade a crises em filhotes induzios com pentilenotetrazol nos estágios iniciais da vida usando o modelo do pentilenotetrazol e 2- verificar como o exercício físico e/ou estresse interfere na plasticidade hippocampal dos filhotes. Esta pesquisa pode fornecer importantes informações para elucidar o impacto do exercício físico regular na susceptibilidade a crises nos filhotes de mães que vivenciaram o estresse durante a gravidez.