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Variabilidade espacial dos óxidos de ferro e fósforo adsorvido nos solos do Planalto Ocidental Paulista

Processo: 17/01704-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2018
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:José Marques Júnior
Beneficiário:Laércio Santos Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/15694-1 - Variabilidade espacial dos óxidos de ferro e emissão de gases de nitrogênio (NOx) em solos do Planalto Ocidental Paulista, BE.EP.DR
Assunto(s):Gênese do solo   Mineralogia do solo   Variabilidade espacial   Hematita   Fósforo   Espectroscopia   São Paulo

Resumo

O Planalto Ocidental Paulista é uma das principais áreas de cultivo de citros do país, representando cerca de 80% da produção nacional, tendo ainda significativa participação na produção de açúcar e álcool. A diversidade geológica e geomorfológica dessa região é responsável pela variabilidade espacial dos óxidos de ferro, principalmente, goethita, hematita, maghemita, e dos atributos do solo que covariam com estes óxidos, tal como o fósforo adsorvido. Pelo reconhecimento da variabilidade espacial desses óxidos se torna possível a identificação de áreas com diferentes potenciais de adsorção de fósforo, permitindo a aplicação de doses mais exatas de fertilizantes, minimizando riscos de perda e otimizando os custos. Assim, para o avanço agrícola nessas áreas são necessários investimentos em tecnologias, como o emprego de ferramentas como a geoestatística e a geomorfometria na identificação da variabilidade dos óxidos de ferro. Neste sentido, o objetivo é caracterizar a variabilidade espacial dos óxidos de ferro da fração argila e do atributo covariativo - fósforo adsorvido, nos solos do Planalto Ocidental Paulista, utilizando espectroscopia de reflectância difusa. A área de estudo é o Planalto Ocidental Paulista, que corresponde a aproximadamente 13 milhões de hectares (~ 50% do estado de São Paulo), sustentado essencialmente por rochas areníticas e basálticas, com paisagem em diferentes estágios de evolução, denominadas neste estudo como pouco, intermediariamente e altamente dissecada (geomorfologia). Foram coletadas 300 amostras no ano de 2015, na profundidade de 0,0 - 0,2 m, ao longo das rodovias do estado em locais representativos dos compartimentos geológicos e geomorfológicos. As amostras serão analisadas por difratometria de raios-x e espectroscopia de reflectância difusa. Posteriormente, será realizado o estudo da variabilidade espacial dos óxidos de ferro, relacionando os dados mineralógicos com o mapa geomorfométrico, por meio de análise estatística e geoestatística. Com isso, espera-se com os resultados obtidos por espectroscopia de reflectância difusa gerar mapas do padrão de distribuição espacial de goethita e hematita levando em consideração os compartimentos geomorfológicos em diferentes estágios de evolução, a fim de auxiliar a identificação de áreas com maior ou menor potencial do solo em adsorver fósforo. (AU)

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