| Processo: | 17/12973-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz |
| Beneficiário: | Roberto Sanches Miyasato |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiopatologia Exercício físico Caminhada Doença arterial periférica Capacidade funcional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Caminhada | capacidade funcional | Doença arterial periférica | função cardiovascular | gêneros | Modulação Autonômica | Fisiopatologia e exercício |
Resumo A Doença Arterial Periférica (DAP) se caracteriza pela presença de obstruções nas artérias dos membros inferiores, que reduzem o aporte sanguíneo aos músculos, provocando dor durante o exercício (claudicação intermitente - CI). A caminhada é recomendada no tratamento dessa doença, porém sua execução causa respostas cardiovasculares e metabólicas diferentes das observadas em saudáveis. Essas respostas foram investigadas em homens com DAP e CI e, embora a doença seja igualmente prevalente entre os sexos e suas consequências funcionais sejam maiores nas mulheres, as respostas agudas à caminhada não foram investigadas no sexo feminino. O objetivo desse estudo é avaliar e comparar as respostas funcionais, cardiovasculares e autonômicas a um teste ergoespirométrico máximo em homens e mulheres com DAP e CI. Para isso, 40 indivíduos com DAP e CI(20 homens e 20 mulheres) realizarão duas sessões experimentais em ordem aleatória: uma controle (repouso na esteira) e uma de exercício (teste máximo na esteira). Durante o exercício, serão avaliadas a capacidade funcional (distância inicial de claudicação, distância total de caminhada e consumo pico de oxigênio) e as respostas cardiovasculares (frequência cardíaca -FC e pressão arterial - PA) submáximas e máximas. Antes e após o exercício serão realizadas medidas cardiovasculares (PA, FC, débito cardíaco, resistência vascular periférica, volume sistólico, duplo produto) e autonômicas (variabilidade da FC e da PA e sensibilidade barorreflexa), e após as sessões será feita a monitorização ambulatorial da PA. Os dados entre os sexos serão comparados pelo teste t-student ou pela ANOVA de 2 fatores,com P<0,05. (AU) | |
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