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Redução da adubação nitrogenada em função de épocas de inoculação complementar com Azospirillum brasilense na cultura milho safrinha no cerrado

Processo: 18/10221-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Vigência (Término): 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Marcelo Carvalho Minhoto Teixeira Filho
Beneficiário:Ingrid Torres Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Assunto(s):Nutrição vegetal   Estado nutricional   Nitrogênio   Zea mays   Produtividade de grãos

Resumo

Recentemente várias pesquisas comprovaram a viabilidade técnica e econômica da inoculação com Azospirillum brasilense na cultura do milho, inclusive com aumento da eficiência da adubação nitrogenada. Contudo, praticamente não se tem pesquisas sobre a inoculação complementar com esta bactéria no milho, como tem sido feito, com certo sucesso, na cultura da soja com o Bradyrhizobium japonicum. A hipótese desta pesquisa inédita, é que a inoculação complementar com A. brasilense possa em certos estágios de desenvolvimento do milho, aumentar ainda mais a eficiência da adubação nitrogenada. Sendo assim, o objetivo será avaliar a viabilidade técnica da inoculação complementar com Azospirillum brasiliense via foliar em diferentes épocas e combinações, associadas à redução da adubação nitrogenada em cobertura, sobre a concentração de nutrientes foliar, extração e exportação de nutrientes, componentes de produção e produtividade de grãos do milho segunda safra em região de Cerrado. O experimento será realizado em um LATOSSOLO VERMELHO Distrófico, com textura argilosa e em sistema plantio direto. O delineamento experimental será em blocos ao acaso com 8 tratamentos e quatro repetições, sendo: 1) Testemunha (sem inoculação e sem adubação nitrogenada de cobertura); 2) Sem inoculação e com aplicação da dose recomendada de N (150 kg ha-1) em cobertura; 3) Sem inoculação + 75% da dose recomendada de N (112,5 kg ha-1) em cobertura; 4) Inoculação de semente com A. brasilense + 75% da dose recomendada de N; 5) Inoculação de semente e no estádio V3 com A. brasilense + 75% da dose recomendada de N; 6) Inoculação de semente e nos estádios V3 e V6 com A. brasilense + 75% da dose recomendada de N; 7) Inoculação de semente e nos estádios V3 e R1 com A. brasilense + 75% da dose recomendada de N; 8) Inoculação de semente e nos estádios V6 e R1 com A. brasilense + 75% da dose recomendada de N. Serão avaliados: o índice de clorofila foliar (ICF); concentrações de N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn e Zn na folha diagnose; alturas de plantas e de inserção da espiga principal; diâmetro do colmo; números de fileiras por espiga, de grãos por fileira e de grãos por espiga; massa de 100 grãos; produtividade de grãos; acúmulo de nutrientes na matéria seca da parte aérea e nos grãos ao final do ciclo. Além disso, será calculada a eficiência agronômica dos tratamentos.