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Influência da ingestão proteica na área de secção transversa e força muscular de membros inferiores em idosos

Processo: 17/18769-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição - Análise Nutricional de População
Pesquisador responsável:Hamilton Augusto Roschel da Silva
Beneficiário:João Vitor Medeiros Morais
Instituição-sede: Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Envelhecimento   Idosos   Sarcopenia   Ingestão de alimentos   Proteínas   Força muscular   Regressão linear

Resumo

O envelhecimento está associado a um declínio da massa e força muscular, processo conhecido com sarcopenia. Essas reduções ocorrem devido ao predomínio da taxa de degradação sobre a de síntese proteica, resultando em um balanço proteico total negativo. Um dos estímulos mais potentes para aumentar a taxa de síntese proteica é a ingestão de proteínas. Apesar disso, o envelhecimento reduz a amplitude/magnitude do aumento da taxa de síntese proteica frente ao estímulo anabólico da ingestão proteica, fenômeno conhecido como resistência anabólica. Para sobrepor os efeitos deletérios do envelhecimento (i.e., sarcopenia), sugere-se que não só a quantidade total, mas também a qualidade e a distribuição proteica consumida nas principais refeições do dia possam influenciar a massa e, consequentemente, a força muscular destes indivíduos. Dessa maneira, o presente estudo tem como objetivo investigar a influência do consumo proteico, avaliando a quantidade, distribuição, fonte (i.e., animal vs. vegetal) e qualidade da proteína (i.e., definida pela quantidade de aminoácidos essenciais e de leucina nas principais refeições do dia) sobre a área de secção transversa muscular, bem como a força muscular, dos membros inferiores em indivíduos idosos. Para tal serão recrutados 60 idosos, com idade superior a 65 anos, de ambos os sexos, clinicamente saudáveis. Como critérios de exclusão serão adotados a presença de doença isquêmica do miocárdio, arritmias, hipertensão arterial não controlada, diabetes tipo I e obesidade (índice de massa corporal e 30 kg/m²). A massa e força muscular serão avaliadas por meio de exame de imagem de ressonância magnética e teste de uma repetição máxima no exercício cadeira extensora, respectivamente. A avaliação nutricional será realizada por meio de um registro alimentar de três dias, sendo, dois dias da semana não consecutivos e um dia do fim de semana. Os dados serão analisados por meio de uma regressão linear múltipla para verificar a influência da ingestão proteica (i.e., consumo total [g/dia]) sobre as variáveis dependentes (i.e., força e massa muscular). Em seguida, o modelo para análise de regressão linear múltipla será ajustado para as variáveis sexo, idade, peso corporal, distribuição, fonte (i.e., animal vs. vegetal) e qualidade proteína (i.e., definida pela quantidade de aminoácidos essenciais e de leucina). Como resultados, espera-se que indivíduos idosos com maior ingestão, melhor distribuição e qualidade da fonte proteica apresentarão maiores níveis de massa e força muscular. (AU)

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