| Processo: | 18/12149-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia |
| Pesquisador responsável: | Kelly Ishida |
| Beneficiário: | Cristina de Castro Spadari |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Barreira hematoencefálica Nanopartículas Miltefosina Criptococose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Barreira hematoencefálica | Criptococose | Miltefosina | Nanopartículas | quimioterapia antifúngica |
Resumo A criptococose é uma doença oportunista e causadora de meningite, ocorrendo ~223.100 casos/ano. O arsenal terapêutico para doenças fúngicas é limitado por problemas de seletividade, toxicidade, farmacocinética e perfis de resistência dos fungos aos antifúngicos disponíveis, sendo ainda mais difícil na meningite criptocócica devido à dificuldade de atravessar a barreira hematoencefalica (BHE). Estudos prévios apontam que a miltefosina (hexadecilfosfocolina) pode ser uma alternativa como agente antifúngico; possui amplo espectro de ação e perfil fungicida; porém apresenta alta toxicidade. O uso de nanopartículas, para o melhoramento da eficácia, da farmacocinética/biodisponibilidade e diminuição de toxicidade de fármacos tem sido cada vez mais empregado no desenvolvimento de novas opções para o tratamento de doenças. Dentro deste contexto, propomos neste projeto o uso de nanopartículas de alginato contendo miltefosina (padronizado recentemente pelo nosso grupo de pesquisa e com resultados promissores para seu uso) como uma nova alternativa no tratamento de meningite causada por leveduras de Cryptococcus. Será avaliada a biodistribuição dessas partículas in vivo, assim como das nanopartículas com revestimento com polisorbato 80 para melhorar seu direcionamento ao cérebro. Além disso, devido ao importante papel da BHE no tratamento de doenças no SNC e a interação das leveduras de Cryptococcus na BHE causando meningite, será realizada a padronização e implementação de um modelo celular de BHE. A atividade das nanopartículas contendo miltefosina será avaliada no modelo de BHE in vitro e in vivo em modelo de criptococose sistêmica em camundongos. | |
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