| Processo: | 17/19374-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Kelly Ishida |
| Beneficiário: | Kelly Ishida |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Biofilmes Antifúngicos Staphylococcus aureus Pseudomonas aeruginosa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biofilme | equinocandina | Pseudomonas aeruginosa | Staphylococcus aureus | Antifúngicos |
Resumo
Fungos e bactérias frequentemente coexistem em biofilmes polimicrobianos e representam um problema de saúde clinicamente relevante. Dentre as espécies fúngicas Candida albicans é a mais frequente no ambiente hospitalar e estima-se que 27 % das infecções da corrente sanguínea (ICS) por C. albicans é polimicrobiana, sendo Stapholococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa as espécies bacterianas comumente isoladas em conjunto com C. albicans. No Brasil, a taxa de mortalidade de pacientes diagnosticados com ICS polimicrobiana chega a 45,7%. O tratamento de infecções polimicrobianas esbarra em dificuldades no diagnóstico e têm implicações na seleção da terapia antimicrobiana e na resposta prevista para o tratamento especialmente quando envolve a presença de micro-organismos multirresistentes e formação de biofilmes. A formação de biofilmes é um importante fator de virulência, pois geralmente está relacionado com a cronicidade da infecção e aumentada tolerância aos antimicrobianos. Polímeros de ²(1,3)D-glucana, componente da parede celular, e componente majoritário da matriz extracelular de biofilmes de C. albicans; também é expresso como glucano periplasmático de P. aeruginosa e componente da matriz extracelular de biofilmes de S. aureus e de P. aeruginosa. Estratégias como o uso de equinocandinas, inibidores da síntese de ² (1,3)D-glucana da parede celular fúngica, no tratamento de infecções polimicrobianas de C. albicans e P. aeruginosa/S. aureus pode melhorar os desfechos dessas infecções, reduzir efeitos colaterais e custos, sendo uma escolha inovadora para o tratamento da infeção mista. Dentro deste contexto, temos como objetivo avaliar o efeito das equinocandinas sobre biofilmes monomicrobianos e mistos de C. albicans e bactérias como P. aeruginosa e S. aureus. (AU)
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