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Ingestão de flavonóides cítricos sobre a modulação da resposta inflamatória e nível de perda óssea promovida por periodontite induzida em camundongos saudáveis

Processo: 18/12260-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Luis Carlos Spolidorio
Beneficiário:Jhonatan de Souza Carvalho
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Flavonoides   Doenças periodontais   Anti-inflamatórios   Hesperidina   Inflamação

Resumo

O início e progressão da periodontite ocorre como consequência da resposta do hospedeiro aos microrganismos do biofilme dental. Uma resposta imune imprópria induz à produção exagerada de citocinas inflamatórias e consequentemente à perda de inserção periodontal e reabsorção óssea. O estabelecimento de estratégias alternativas com amplos efeitos benéficos tem se mostrado promissor tanto no tratamento como prevenção da periodontite. Invariavelmente os flavonoides são apresentados como alternativas estratégicas para várias afecções imunoinflamatórias, por apresentarem forte potencial anti-inflamatório, anti-oxidante. Este projeto visa avaliar a hipótese de que suplementação alimentar com hesperidina, eriocitrina ou eriodictiol, modulam ou atenuam a resposta inflamatória e consequente perda óssea alveolar em modelo animal de periodontite. Camundongos (Mus musculus) isogênicos da linhagem BALB/c serão tratados com diéta convencional ou dietas enriquecidas com hesperidina, eriocitrina ou eriodictiol, nas doses de 25 e 50 mg/kg respectivamente. Seguida ao período de mudança à dieta enriquecida com flavonóides, os animais serão submetidos à periodontite induzida pela injeção bilateral de Escherichia Coli 3x/semana por 4 semanas. Após a eutanasia serão avaliados o perfil de citocinas pró e antiinflamatórias por ensaio imunoenzimático (ELISA), análise estereométrica do processo inflamatório periodontal e quantificação de perda óssea por microCT. Espera-se propor estratégias preliminares capazes de colaborar na interferência do estabelecimento da periodontite, favorecendo a manutenção da saúde periodontal e consequentemente bucal.