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Avaliação de componentes do óleo de dendê possivelmente responsáveis por seu efeito protetor contra a erosão

Processo: 18/19671-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Vigência (Término): 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontopediatria
Pesquisador responsável:Daniela Rios Honório
Beneficiário:Tainara Tonon Castelluccio
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Cariologia   Erosão dentária   Prevenção   Desgaste dos dentes   Microdureza   Dendê

Resumo

Sabe-se que a causa do desgaste dentário erosivo é multifatorial e restituir um hábito, seja este alimentar, de higiene ou de parafunção, não é algo simples. Devido a isto, uma alternativa para prevenção do desgaste dentário erosivo é aprimorar os fatores de proteção biológica, como a saliva, por meio da película adquirida do esmalte, tornando sua camada externa menos permeável e aumentando assim o seu efeito protetor. Estudos recentes demonstraram que o óleo de Dendê aplicado antes de uma exposição ácida apresenta perda de dureza superficial do esmalte inferior ao controle positivo, e ainda tem capacidade de prevenir a perda de esmalte sob desafios erosivos e abrasivos associados. O objetivo deste estudo é analisar o efeito in vitro dos diferentes componentes do óleo de Dendê, afim de entender o seu mecanismo de ação contra a erosão dentária em um único e curto desafio erosivo. Serão confeccionados 12 blocos de esmalte de dentes bovinos para cada grupo, sendo eles: GI - Óleo de Dendê a 100%; GII - Solução de tocotrienol a 85% diluído em água; GIII - Vitamina E oleosa a 100%; GIV - Vitamina A oleosa a 100%; GV - Água deionizada (controle negativo); GVI - Solução fluoretada contendo 800 ppm de cloreto de estanho (controle positivo). Será realizada microdureza superficial inicial; e confeccionados dispositivos palatinos para fixação de 12 blocos de esmalte, os quais serão utilizados por 2 voluntários por 2 horas (3 vezes) para formação de película adquirida. A seguir os blocos serão tratados de acordo com o grupo correspondente, e imersos em saliva artificial. Para lesão artificial de erosão os blocos serão imersos por 30 segundos em ácido cítrico sob agitação e depois lavados. A remoção dos óleos residuais será realizada com solução detergente neutra. A microdureza superficial final será avaliada para obter a porcentagem de perda de dureza e por fim, análise estatística mais adequada aos resultados com nível de significância de 5%.