| Processo: | 18/22999-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 13 de outubro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Anamaria Siriani de Oliveira |
| Beneficiário: | Denise Martineli Rossi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/18031-5 - Estudo da associação de aspectos clínicos, funcionais e de neuroimagem em mulheres com migrânea, AP.TEM |
| Assunto(s): | Cefaleia Líquido céfalorraquidiano Dor crônica Pressão intracraniana Dor Enxaqueca sem aura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cefaléia | dor crônica | Líquido Cefalorraquidiano | migrânea | Pressão intracraniana | Dor |
Resumo Pesquisas recentes sugerem uma possível relação da desregulação da pressão do liquido cefalorraquidiano e da pressão intracraniana no sistema nervoso central com sintomas como a alodinia, hiperalgesia e a dor generalizada em condições de dor crônica. O papel do aumento da pressão intracraniana também tem sido investigado em pacientes com migrânea crônica a qual a fisiopatologia compreende uma complexa disfunção neurovascular. Anormalidades das ondas de pressão do liquido cefalorraquidiano foram demonstradas em pacientes com migrânea crônica durante monitoramento invasivo. No entanto, essa questão é ainda muito pouco investigada considerando os riscos dos métodos invasivos da monitorização intracraniana. Nesse contexto, um método válido para a monitorização da pressão intracraniana não invasiva (PICNI) foi recentemente patenteado por pesquisadores brasileiros. Análises morfológicas da PICNI demonstraram-se válidas para revelar alterações da hidrodinâmica do liquido cefalorraquidiano e da pressão intracraniana em pacientes com algumas condições de saúde como a hidrocefalia e a meningite criptocócica, mas não foi ainda pesquisada em pacientes com dor crônica. Diante disso, pretendemos investigar possíveis alterações na morfologia da onda da PICNI em 30 pacientes com migrânea crônica comparados a 30 indivíduos assintomáticos. A monitorização da PICNI será realizada por meio de um sensor extracraniano de deformação posicionado na região frontotemporal, contínua e simultaneamente à aferição da pressão arterial e da frequência cardíaca, na posição de decúbito dorsal. | |
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