| Processo: | 19/12098-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação - Matemática da Computação |
| Pesquisador responsável: | André Fujita |
| Beneficiário: | Ravi do Valle Luz |
| Instituição Sede: | Instituto de Matemática e Estatística (IME). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/21934-5 - Estatística de redes: teoria, métodos e aplicações, AP.TEM |
| Assunto(s): | Estatística computacional Aprendizado computacional Causalidade de Granger Ressonância magnética funcional Esquizofrenia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aprendizado de Máquina | causalidade de Granger | esquizofrenia | estatística computacional | rede funcional do cérebro | ressonância magnética funcional | estatística computacional |
Resumo A esquizofrenia é um transtorno psiquiátrico cuja evolução geralmente leva o portador a uma extensa deterioração das capacidades cognitivas e sociais. Muitos passam a ser dependentes do apoio familiar, além de necessitarem de constantes internações em clínicas psiquiátricas e hospitais. Apesar da baixa prevalência na população, em torno de 0,4 por cento, os custos econômicos são altos, chegando a quase três por cento dos gastos totais com saúde estatal em países desenvolvidos. Algumas décadas de estudos direcionados à esquizofrenia não foram o bastante para elucidar as causas do transtorno como um todo, em função da alta complexidade das presentes alterações estruturais e funcionais cerebrais. Porém, o estudo detalhado da conectividade cerebral, possibilitado pela análise de imagens de ressonância magnética, tem trazido grandes avanços na compreensão do distúrbio. Este projeto tem como objetivo a implementação de modelos matemáticos com componentes estocásticas para análise de imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) de pacientes diagnosticados com esquizofrenia estrita nos moldes do DSM-IV. Serão utilizados métodos de identificação de causalidade de Granger (modelo auto-regressivo) para a construção das redes funcionais do cérebro sob o protocolo resting state. A partir das redes funcionais, espera-se encontrar diferenças entre às pertencentes ao grupo experimental e ao controle (sem transtorno psiquiátrico diagnosticado). Com a identificação do contraste entre as redes, será feito um desmembramento destas e assim identificar aspectos estruturais que estejam associados a quadros do transtorno. Também desejamos associar os componentes das redes com variáveis clínicas e assim, auxiliar no avanço da compreensão da esquizofrenia. | |
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