| Processo: | 19/12315-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Adriana Castello Costa Girardi |
| Beneficiário: | Thiago Matheus Santos Rios |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/22140-7 - Bases moleculares da função e da disfunção tubular renal, AP.TEM |
| Assunto(s): | Fisiologia renal Pressão sanguínea Hipertensão Natriuréticos Anti-hipertensivos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | empagliflozina | hipertensão arterial | Nhe3 | pressão arterial | transporte de sódio ao longo do néfron | Túbulo proximal | Fisiologia Renal |
Resumo O co-transportador Na+/glicose SGLT2 reabsorve a maior parte da glicose filtrada pelos rins. Os inibidores de SGLT2, recentemente aprovados como novos fármacos antidiabéticos, reduzem a reabsorção de glicose pelos rins, reduzindo,portanto, os níveis de glicose sanguínea. Dados provenientes de estudos clínicosindicam que pacientes com diabetes mellitus tipo 2 tratados com inibidores de SGLT2apresentaram diminuição consistente na pressão arterial sistólica entre 3-8 mmHg. Esteefeito anti-hipertensivo seria, ao menos em parte, decorrente do efeito osmótico e daredução do peso corporal induzidos pela inibição de SGLT2, embora tais correlaçõeselucidativas exijam linhas de evidências com maior força de associação. Todavia,estudos conduzidos pelo nosso grupo de pesquisa sugerem que o SGLT2 e a isoforma 3do trocador Na+/H+ (NHE3) podem interagir funcionalmente, de modo que a inibição doSGLT2 possa também inibir a atividade de NHE3 em túbulo proximal. No primeiro anode desenvolvimento deste projeto, validamos esta hipótese. Mais especificamente,demonstramos que a administração sistêmica prolongada, por duas semanas, do inibidorde SGLT2 empagliflozina aumenta a natriurese e inibe a atividade do NHE3 em túbuloproximal de ratos normotensos e hipertensos. Além disto, observamos que o tratamentocom empagliflozina reduz os níveis pressóricos de ratos espontaneamente hipertensosao menos em parte por inibir a atividade do NHE3. Neste segundo ano, pretendemosinvestigar os mecanismos mediadores da ação inibitória da empagliflozina sobre oNHE3. Pretendemos também investigar se a inibição do SGLT2 altera a expressão deoutros transportadores de sódio presentes na membrana apical do túbulo renal. Osresultados provenientes deste projeto podem contribuir para estabelecer os benefícioscardiovasculares do tratamento com inibidores de SGLT2. | |
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